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Técnicas para aliviar o estresse na rotina empreendedora

Todo empreendedor já passou por algum momento de ansiedade e de angústia, mesmo quando tudo parecia estar indo bem com o negócio. Não é por acaso, o peso de levar nos ombros um empreendimento pode se tornar excessivo, mesmo para quem se preparou para isso. O risco maior é que esse estado leve a alguma consequência física, como depressão, acidentes vasculares, problemas no coração, entre outros. Nada melhor, então, do que aprender como aliviar o estresse na vida como gestor.

Como aliviar o estresse na vida como empreendedor?

Existem inúmeras técnicas, práticas e ferramentas que podem ajudar a aliviar o estresse no dia a dia. O mais importante é que você conheça a si mesmo para testar e entender o que pode ser mais efetivo, trazendo mais tranquilidade para a sua rotina e dando novas forças para encarar os desafios que virão pela frente.

Abaixo, listamos algumas das técnicas mais comuns entre os empreendedores:

1. Exercício Físico

Praticar exercícios físicos é uma excelente forma de colocar a energia no lugar certo e, além disso, liberar hormônios como adrenalina e endorfina. Boas opções para quem deseja aumentar o foco e a concentração podem ser escalada, alongamento e natação. Para quem quer liberar energia, corrida e dança podem ser boas alternativas!

Uma dica é reservar um tempo para a prática de esportes e exercícios logo no início da manhã. Assim, fica mais difícil este momento perder espaço para algum compromisso profissional.

2. Meditação

Meditação é outra prática bastante recomendada para empreendedores que desejam aliviar o estresse na rotina. E não precisa ser especialista para começar a sentir os efeitos. Meditações guiadas de 10 a 15 minutos por dia, ao acordar ou antes de dormir, ajudam a manter a calma para agir com mais precisão. Se quiser testar, aplicativos para celular como Calm podem ser um bom primeiro passo!

3. Mindfulness

Bastante relacionada à meditação tradicional, a técnica de Mindfulness propõe viver o momento presente – algo essencial para reduzir a ansiedade. As principais premissas são realizar uma atividade de cada vez, ter consciência do que está fazendo e conectar-se ao presente. Pode parecer difícil para um empreendedor que vive rodeado por inúmeros estímulos, mas prever algumas horas por dia dentro desse modelo pode fazer toda a diferença!

4. Acompanhamento psicológico

Ainda existe certo tabu no Brasil em torno de acompanhamento psicológico. Uma bobagem, afinal, fazer terapia regularmente pode ser essencial para que o empreendedor possa lidar melhor com todos os desafios de seu cotidiano. Especialmente se trouxermos para a discussão o fato de o gestor estar sempre em uma posição solitária, em que dificilmente pode compartilhar seus receios com o restante das pessoas que fazem parte do negócio.

5. Mentoria e aconselhamento

Além da terapia, contar com a mentoria ou o aconselhamento de um profissional mais experiente pode ser uma forma interessante de conhecer a visão de quem já passou pelo mesmo tipo de situações estressantes. Seja de maneira formal ou por meio de grupos de empreendedores, esta troca é importante para que você não se sinta tão sozinho.

6. Respiração

Fale a verdade, em um dia com alta intensidade de trabalho, você lembra de respirar? Aquela respiração profunda antes de tomar qualquer decisão ou reagir a um problema pode ter mais valor do que você imagina. Por isso, em momentos de muita ansiedade, pare por cinco minutos e controle sua respiração, respirando profundamente e pausadamente. Os efeitos são bastante positivos para reduzir o estresse!

7. Pausas regulares

Já que falamos em parar 5 minutos para respirar, é importante que você valorize aquelas pautas para dar uma volta no quarteirão, sair para almoçar ou simplesmente tomar um cafezinho. Caminhar e desviar a atenção do trabalho ajudam a oxigenar o cérebro, aguçar a criatividade e podem ser a chave para a resolução de problemas.

O que funciona para aliviar o seu estresse?

Aqui você leu sobre algumas técnicas bastante utilizadas por empreendedores na hora de reduzir a ansiedade, evitar o estresse e lidar de forma mais tranquila com os diversos percalços que fazem parte da rotina de um empreendedor. Como falamos anteriormente, entretanto, o que importa é você conhecer a si mesmo e descobrir o que irá funcionar ou não para o seu estilo de vida. Que tal começar a testar a partir da nossa lista?

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Tendências para ficar de olho na gestão do seu negócio!

Muitas vezes, quando falamos na adoção de tendências por parte das empresas, esta parece ser uma opção viável apenas para as grandes corporações, que contam com recursos para testar – mesmo que sejam apostas de alto valor. Felizmente, muitas das novas tecnologias e tendências que estão chegando ao mercado podem ser utilizadas mesmo pelos pequenos e médios negócios, com ferramentas acessíveis e capazes de mudar o jogo na hora da gestão da empresa.

Quer saber quais são essas novidades que já podem fazer parte do seu negócio? Confira neste artigo!

7 tendências para ficar de olho

Listamos abaixo 7 tendências principais que estão revolucionando os negócios. Se você quer manter sua empresa competitiva em seu mercado de atuação, é importante que esteja de olho nelas – e implementando soluções assim que possível!

1.Automação de processos

A automação não é nenhuma novidade. Há anos, o mapeamento de processos e sua automatização têm garantido economia em tempo, recursos humanos e dinheiro. Cada vez mais, porém, as tecnologias com base nessa tendência vem se tornando mais e mais acessíveis.

É o caso das plataformas de automação de marketing, que permitem o relacionamento sistematizado com clientes e prospects, aumentando a eficácia da operação comercial e reduzindo as demandas para o time de marketing.

Além do marketing, existem ferramentas para automação de processos em finanças e contabilidade, entre outros.

2. Inteligência Artificial

Falar em Inteligência Artificial parece filme de ficção científica, ou, pelo menos, remete a altos custos em desenvolvimento. Mas não precisa ser assim. Tecnologias baseadas em IA já fazem parte de muitas ferramentas para gestão e relacionamento.

Quer um exemplo simples? Os chatbots, que podem ser instalados em seu site para facilitar o atendimento ao potencial cliente, mesmo quando você não tem uma equipe de suporte dedicada no modelo 24×7.

3. Novos meios de pagamento

Quem está a frente de um pequeno ou médio estabelecimento, sabe bem o quanto os custos com gateways de pagamento pesam no final do mês. Atualmente, porém, novos meios de pagamento têm se consolidado como opção, tanto para os consumidores quanto para os empresários.

Com a tecnologia NFC, por exemplo, é possível realizar a operação financeira a partir de um telefone celular ou smart watch. Outros serviços, como o oferecido pela empresa PicPay, garantem taxas significativamente mais baixas. Isso sem falar nas criptomoedas que, apesar de ainda pouco populares, devem se consolidar como opção nos próximos anos.

4. Diferentes modelos de contratação

Com a Reforma Trabalhista, novos modelos de contratação se tornaram possíveis. Mesmo antes disso, entretanto, pequenas e médias empresas podiam se beneficiar pela possibilidade de contratar serviços de profissionais que atuam como freelancers, trabalhando por projetos ou por pacote de horas.

Isso é especialmente importante para reduzir os custos trabalhistas e para reduzir a burocracia na hora de tirar do papel aqueles projetos que não justificam a contratação de um colaborador em tempo integral.

5. Big Data

O Big Data, que pode ser entendido como um mar de dados disponíveis para análise por parte do negócio, ainda precisa ser melhor explorado no Brasil como um todo. Afinal, ainda somos um país com dificuldade de usar o “Small Data”, os dados que já são disponíveis no CRM ou outros bancos de dados da empresa.

De toda forma, já existem empresas de serviços oferecendo ferramentas ou análises a partir de Big Data, especialmente úteis no relacionamento com o consumidor e no mapeamento de oportunidades comerciais. Fique de olho!

6. Realidade Aumentada

São muitas as empresas que podem se beneficiar das novas tecnologias com base em Realidade Aumentada. Os negócios imobiliários, por exemplo, podem apresentar todo um novo empreendimento a partir de óculos de VR, mesmo antes de a construção começar. Da mesma forma, uma agência de turismo pode ajudar seu cliente a decidir o destino ideal promovendo um passeio virtual pelos hotéis e principais atrações.

Apostar em Realidade Aumentada pode ser chave também para a gestão do negócio, facilitando reuniões remotas com investidores, por exemplo. Basta olhar com atenção que novas ideias irão surgir.

8. Economia de Compartilhamento

A Economia Compartilhada, também conhecida como Economia de Compartilhamento e Economia Colaborativa, não representa nenhuma grande novidade. Mas é recente sua adoção por parte dos negócios, como opção para acelerar o crescimento.

Em um modelo no qual a posse é menos importante do que o uso de um bem, pequenos e médios negócios encontram grande economia e otimização de recursos humanos ao contar com serviços como coworking, serviços de facilities compartilhados, entre outros.

Sua empresa está por dentro das tendências do momento?

Algumas dessas tendências que listamos podem parecer bastante distantes da sua realidade de negócio, outras talvez até já façam parte da sua administração. O que importa é que você saiba que, no ritmo de escalabilidade de tecnologias e serviços que vivemos hoje, não deve demorar muito para que todas façam parte do seu dia a dia e das suas operações. Portanto, que tal sair na frente da concorrência e já começar a estudar como pode adotar estas tendências?

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Economia compartilhada para empreendedores: como se beneficiar?

No nosso dia a dia, mesmo sem perceber, utilizamos serviços da economia compartilhada em diversos momentos. Toda vez que chamamos um carro pelo Uber, reservamos hospedagem pelo Airbnb, compramos ou vendemos algo pela OLX ou pedimos o jantar pelo Rappi estamos participando da chamada economia colaborativa, tendência que não para de crescer nos últimos anos.

Mas não é apenas na nossa rotina como pessoa física que podemos nos beneficiar deste modelo de negócio. Para empreendedores, há muito o que aproveitar quando o assunto é ganhar eficiência e reduzir custos.

Neste artigo, vamos apresentar alguns caminhos para que você possa começar a colocar sua empresa dentro da economia de compartilhamento!

O que é economia compartilhada?

A economia compartilhada, também conhecida como economia de compartilhamento ou economia colaborativa, é um modelo no qual existe uma inversão de prioridades entre possuir e utilizar um bem. Como exemplo, em vez de você comprar seu próprio carro, você utiliza quando precisa o serviço das plataformas de ride-sharing, como Uber e Cabify.

Desta forma, dois objetivos principais são alcançados: o da eficiência no uso dos bens e o da otimização dos custos. Esta é uma lógica que prevê um consumo mais consciente e que traz ganhos tanto para quem é o proprietário de determinado bem ou objeto, quanto para quem precisa utilizá-lo de maneira pontual.

Como empreendedores podem aproveitar a economia do compartilhamento?

Como falamos anteriormente, não é apenas na nossa vida pessoal que podemos aproveitar os benefícios da economia colaborativa. Como empreendedor, especialmente se estiver à frente de um pequeno ou médio negócio, você pode aproveitar serviços e modelos de contratação que estão dentro deste cenário, alcançando eficiência e economia.

Conheça algumas oportunidades abaixo:

Coworkings e escritórios virtuais

Manter um escritório próprio e ser responsável por todas as operações de facilities representa um dos principais custos para as empresas. Se o negócio está começando ou, então, tem poucos colaboradores, existe grande valor em procurar por um escritório compartilhado, conhecido como coworking.

Neste tipo de espaço, paga-se um aluguel para locação de sala e conta-se com serviços compartilhados de recepcionista, telefonista, limpeza, entre outros. Além disso, é possível aproveitar um ambiente de networking e crescimento conjunto.

Agora, se a sua empresa pode contar com colaboradores atuando de forma remota, outra solução é contratar os serviços de escritório virtual, por meio dos quais você tem endereço comercial e fiscal, atendimento telefônico e recebimento de correspondência, mesmo que atuando a partir do home office.

Logística facilitada

São diversos também os serviços que auxiliam nas operações logísticas da empresa dentro do princípio da economia compartilhada. Desde as plataformas que permitem a entrega e a coleta de pequenos volumes e documentos (Loggi, Rappi, entre outras), até as empresas que funcionam como o “Uber dos caminhões”, como é o caso da CargoX.

Aqui, também o transporte de passageiros é facilitado, com custos bastante inferiores ao contar com serviços corporativos dos aplicativos de transporte no lugar de manter uma frota própria.

Financiamento coletivo

Empresas que atuam com produção cultural e artística também podem se beneficiar do financiamento coletivo. Neste modelo, os possíveis usuários ou clientes de um serviço ou atração pagam antecipadamente por algum tipo de benefício, ajudando o projeto a ser realizado sem a necessidade de captação de recursos junto aos bancos ou programas de incentivo.

Plataformas como Catarse e Kickante são exemplos de serviços para quem deseja fazer alguma campanha de crowdfunding.

Diferentes modelos de contratação

Na contratação de pessoas também é possível contar com as vantagens da economia de compartilhamento.  Profissionais que atuam como freelancers podem trabalhar por projetos ou com contratação por horas, trazendo habilidades especializadas para o seu negócio.

Este modelo de contratação funciona bem quando há demandas pontuais ou que não justificam a manutenção de um funcionário full-time na empresa. Assim, é possível escalar projetos de maneira muito mais rápida!

Novos modelos de serviços

É claro, sua empresa também pode criar o próprio produto ou serviço dentro dos moldes da economia compartilhada, aproveitando a tendência de crescimento deste modelo em que a posse não é tão importante.

Por exemplo, se a sua empresa vende e faz manutenção de eletrônicos, não faz sentido também um modelo de aluguel para empresas em seus primeiros passos, eventos ou projetos temporários? Esse é apenas uma maneira de transformar um serviço tradicional em um serviço compartilhado!

Sua empresa já aderiu à economia colaborativa?

Possivelmente, ao ler esse texto, você tenha se dado conta de que sua empresa já aderiu à economia colaborativa, mesmo sem ter sabido disso anteriormente. Esses novos modelos de serviço têm crescido significativamente e não é por acaso. O fácil acesso, a redução de custos e a praticidade os tornam essenciais para o crescimento dos negócios.

Agora, é hora de ficar de olho às novas oportunidades que estão surgindo dentro deste cenário. Porque elas não vão parar de surgir!