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Smart na X Convenção de Contabilidade do DF

Participamos na quinta-feira passada, 20, da X Convenção de Contabilidade do Distrito Federal, que o Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRCDF) realizou. A Convenção de Contabilidade é um dos eventos mais tradicionais do CRCDF, tendo sua primeira edição sido realizada em agosto de 1995.

Em nosso stand no evento conversamos muito com o público passante sobre custos e o quanto influenciam na tomada de decisão do empreendedor e o quanto pesam na quantidade de fechamentos de empresas no Brasil.

Em nosso modelo de negócios uma das diretrizes é “ir além”, por isso não ficamos apenas no apoio ao evento. Dessa vez, sorteamos um final de semana, com acompanhante, em Salvador para os contadores. A felizarda Diana já arrumou as malas para seguir viagem.

Com o tema “Com a Contabilidade o Brasil se faz Transparente”, a X Convenção foi organizada em Fóruns de discussões nas áreas temáticas da Auditoria, Empresas Contábeis, Perícia e Setor Público, cada um ministrado por renomados especialistas das respectivas especialidades.

Transparência
“O tema escolhido para este ano está em sintonia fina com as preocupações que assolam o país no momento e, ao mesmo tempo, com a série de esforços que o sistema contábil Brasileiro (Conselho Federal de Contabilidade/CFC e Conselhos Regionais de Contabilidade/CRCs) vem fazendo para consolidar a importância dos mecanismos de transparência na prestação de contas – tanto de governos e órgãos públicos quanto de empresas privadas, entidades sociais e mesmo pessoas físicas”, ressalta a Presidente do CRCDF, Sandra Batista.

Ela enfatiza que a Convenção também ocorre num momento em que o mercado está bastante aquecido para a atividade contábil. “Na verdade, nunca esteve tão aquecido para a nossa área como agora”, afirma, lembrando que isso se deve a uma combinação de fatores, dentre os principais:

  • a internacionalização das normas contábeis (o Brasil vem se adaptando desde 2007);
  • a edição de leis que estabeleceram novas responsabilidades para os Contadores (no combate à lavagem de dinheiro e na prestação de contas eleitorais, por exemplo);
  • o uso disseminado de informações digitais por empresas e órgãos públicos – caso da Escrituração Digital Contábil e Fiscal (SPED, ECD e ECF) -, o que permite ao Contador integrar boa parte dos dados num mesmo trabalho e, inclusive, trabalhar on line e o novo Código Civil Brasileiro, que entrará em vigor em março de 2016.

“Como estar preparado para atender com qualidade os clientes nessa nova realidade, se atualizar para entender as implicações e exigências da legislação mais recente e conhecer as principais mudanças que afetam as várias especialidades da Contabilidade é o que vamos debater na X Convenção”, resume a presidente do CRCDF. “Junto com a questão da Transparência, são debates fundamentais que estamos proporcionando para o profissional contábil que quer se tornar realmente competitivo nesse mercado aquecido. Esperamos a presença e a participação ativa de todos os Contadores e Técnicos do DF nessas discussões!”.

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Empreendedorismo

Participe da Feira do Empreendedor ( 26 e 30 de agosto)

Com o tema “Qualidade de vida”, a 23ª Feira do Empreendedor, realizada pelo Sebrae no DF, no Taguaparque, entre os dias 26 e 30 de agosto, das 10h às 20h, tem como objetivo fomentar a competitividade e a sustentabilidade em um ambiente propício à geração de negócios, informações e conhecimento, à troca de experiências e à cultura do empreendedorismo. Trata-se de um dos mais importantes eventos promovidos pelo Sebrae em todo o país.

Com o slogan “Empreender faz bem”, a Feira tem como públicos-alvo os empreendedores de pequenos negócios (micro e pequenas empresas, microempreendedores individuais e agricultores familiares), além de potenciais empresários e potenciais empreendedores. Para eles, a 23ª Feira do Empreendedor vai mostrar ainda mais motivos para acreditar que é tempo de apostar e investir, de sonhar e realizar com foco na qualidade de vida no DF – onde a busca pelo bem-estar físico e mental faz parte da rotina da população, que tanto aprecia o verde, o planejamento urbano, a educação no trânsito, as práticas esportivas e tantos outros aspectos desse movimento em prol de uma vida sempre melhor.

Saiba mais:  http://www.feiraempreendedordf.com.br/sobre.php

Nós da SMART estamos sempre presentes no evento. Encontre conosco lá!

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Já chegamos mesmo na Era do Compartilhamento?

Muito se fala sobre termos chegado à Era do Compartilhamento e a um importante avanço no consumo compartilhado e sustentável. Mas, afinal, o que isso significa? Neste artigo, vamos explicar como este movimento tem se consolidado e beneficiado pessoas e empresas, confira!

Era do Compartilhamento: o que possibilitou seu surgimento?

Dos anos 50 até bem pouco tempo atrás, a tendência de consumo era de acumular bens. O normal era trabalhar por bastante tempo em um lugar fixo, construindo carreira, para comprar bens e seguir naquele ritmo até o fim de sua idade mais produtiva.

Mas a geração do milênio, como são conhecidos os jovens de entre 20 e 35 anos, adeptos de novas ideias, conectados por uma grande rede online, têm mostrado novos comportamentos de consumo, quebrando antigos paradigmas sociais.

Hoje, ao invés de um emprego para toda vida, o sonho da nova força de trabalho é participar de correntes, grupos e empreender em novos mercados. A corrente de pensamento de um ponto fixo migra para o estabelecimento de pontos de contato, talvez não físicos, para geração de conteúdo, negócios e valor.

A internet possibilita essa nova forma de fazer negócios e viver, pois torna as pessoas conectadas o tempo todo e os serviços mais baratos através de modelos de negócios em grande escala.

Como vemos a oportunidade de empreender mais presente em países Europeus e Estados Unidos, grande parte dos serviços de criação de rede e compartilhamento nascem por aquelas bandas. Mesmo assim, com grande acesso ao mundo digital e a popularização de smartphones, o Brasil é um dos grandes mercados para as empresas de lá.

Economia compartilhada na prática

Quando se refere ao transporte, são cada vez mais os que optam por serviços de compartilhamento de veículos, como o Zipcar, o Car2Go e o Enterprise CarShare, que permitem aos usuários pegar e deixar seus carros em ruas ou estacionamentos, em vez de comparecer aos tradicionais escritórios de aluguel de carros.

Esse “consumo colaborativo” se expandiu além dos veículos e chegou aos objetos do dia a dia, como as ferramentas elétricas, que podem ser alugadas através do site 1000 Tools.

Além disso, é importante o papel dos escritórios compartilhados, os coworkings, para o desenvolvimento de novos negócios.

Nesse cenário, cada vez mais povoado, se destaca o Airbnb, fundada em 2008 pelo empreendedor Brian Chesky, que em apenas seis anos criou um negócio avaliado em US$ 2,5 bilhões, com 500 mil propriedades disponíveis e presença em 190 países.

Na noite passada, 40 mil pessoas alugaram alojamentos através dessa plataforma, que já oferece 250.000 quartos, em 30 mil cidades de 192 países. Eles escolheram seus quartos e também pagaram tudo online. E todas essas camas foram fornecidos por particulares, em vez de uma cadeia hotel. Anfitriões e convidados foram pareados pela Airbnb.

Era do Compartilhamento e propriedade

Para os entusiastas da economia do compartilhamento, ela está introduzindo um novo conceito de propriedade. “Para aqueles que vêm se alinhando a essa tendência, bens duráveis são vistos como objetos de uso temporário, em vez de pertences. Pessoalmente, eu não sinto mais que possua qualquer coisa. Eu usufruo o objeto de consumo por um dia, uma semana ou um ano, cuido bem dele, porque presumo que passará a ter outra vida, com outra pessoa, e depois vendo ou divido aquilo de que estou cansada”, conta DiNunzio Friedman, acrescentando: “Tenho acesso a bens e serviços  que estariam aquém das minhas possibilidades, sem acumular toneladas de coisas.” Nessa nova economia, portanto, cada pessoa se torna um microempresário.

Portanto, é plausível supor que as pessoas vão querer, cada vez mais, usar métodos mais flexíveis de comércio.  Por isso, não é preciso muita imaginação para visualizar que nos próximos 20 anos, a economia do compartilhamento e da reputação poderá ser o método majoritário de comércio do planeta. A consequência é simples: torna-se obrigatório entendermos como  natureza do poder está mudando, quem o detém, como ele é distribuído e para onde está indo. Este será o desafio dos negócios para os próximos anos.