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Cinco dicas de como manter a produtividade em home office

Tendência que tem crescido cada vez mais nos últimos anos, o home office parece que veio mesmo para ficar. Trabalhar em casa possui vários pontos positivos: mais conforto, tranquilidade, menos estresse diário com trânsito e menos gasto com alimentação. Mas é preciso ter cuidado para não esbarrar na procrastinação. Para te ajudar nessa caminhada, a Smart preparou algumas dicas para não deixar a produtividade cair. Confira:

Autoavaliação

Antes de optar pelo home office, é preciso fazer uma autoavaliação sincera para descobrir se você tem o perfil para esta modalidade. Existem algumas perguntas que podem te ajudar a decidir: sou disciplinado e organizado? Consigo gerenciar minhas tarefas? Sei lidar com ferramentas tecnológicas? Consigo produzir sozinho ou preciso de companhia de outras pessoas?

Trabalhar em casa exige muita responsabilidade de quem se compromete a isso. Requer disciplina dobrada porque não há a vigilância de chefe ou a possibilidade de repassar tarefas para colegas. Se enxergou nesse perfil? Então você já tem quase tudo necessário para começar a produzir in home.

Montando o escritório

É fundamental separar um espaço dedicado ao trabalho, longe das distrações caseiras. Crie um ambiente confortável, onde você possa se sentir à vontade. Uma dica valiosa é manter-se perto da janela. Além de fazer bem, o sol pode te ajudar a se manter focado. Além disso, a vista exterior ajuda a descansar a mente durante as pausas. Fique atento: trabalhar por muito tempo sem uma parada é prejudicial à saúde e à própria produtividade.

Na hora de escolher os móveis, opte pelos que são mais práticos e que forem do seu gosto, mas fuja dos gastos desnecessários com peças que parecem saídas de uma revista de design. Lembre-se: você está começando agora e esse dinheiro a mais pode fazer diferença no seu orçamento.

Evite deixar tudo espalhado. Divida seu material em poucos compartimentos, pastas ou caixas. Deixe tudo que vai precisar à mão: papeis, canetas, celular, clips, grampeador. Com tudo ao seu alcance, o trabalho flui mais naturalmente, já que você não vai gastar tempo procurando as coisas.

Hora de trabalhar

Sua casa pode proporcionar diversas distrações: TV, companheiro(a), filhos, animais de estimação. Por isso, é preciso aprender a separar o home office da sua vida pessoal. Avise a família quando for trabalhar que não deve ser interrompido a todo o momento. A internet também pode ser uma vilã quando o assunto é procrastinar: redes sociais podem ser grandes inimigas da produtividade. Mantenha o foco e deixe para dar aquela olhadinha no Facebook na hora das pausas.

Muitas pessoas têm dificuldade de manter uma rotina fixa, mas é importante ressaltar que trabalhar com horários regulares aumenta a produtividade. Mas essa é uma escolha sua: nos primeiros dias, teste períodos diferentes de trabalho para descobrir quando se sente mais produtivo. Muita gente está no ápice da energia pela manhã, outros preferem trabalhar à tarde e há até os que optam pela madrugada. Só você pode definir o que é melhor. E essa é uma das maiores vantagens dessa modalidade de trabalho.

Tecnologia a seu favor

Smartphones, tablets, notebooks. A tecnologia é, sem dúvidas, a maior aliada do home office. Da escolha do nome da empresa até a gestão financeira, existem hoje centenas de ferramentas e aplicativos, pagos ou gratuitos, disponíveis para ajudar o empreendedor. Mas para saber qual é o melhor para você, é preciso pesquisar, ver a opinião de outros usuários e, claro, testar.

Agendamento de reuniões, conversas com clientes, gerenciamento de e-mails, orçamento e planejamento. Tudo está ao alcance de um clique. Não se limite às ferramentas convencionais: procure o que tem aparecido de novo e moderno no mercado. Com certeza você encontrará tudo o que precisa para gerenciar a sua empresa do seu jeito.

Escritórios virtuais

Outra grande vantagem do home office é a possibilidade de começar uma atividade empresarial com baixo investimento, já que os gatos iniciais e de capital de giro caem consideravelmente em uma empresa home based. Entretanto, em muitos casos a atividade exige eventualmente um espaço para reuniões com clientes. E é aí que entram os serviços de escritório virtual.

A Smart*, por exemplo, oferece espaços mobiliados para reuniões e escritórios com locação por hora, dia, semana ou mês. Recepção e serviços de secretariado com suporte administrativo, endereço fiscal para registro da sua empresa, internet, gestão de agenda e network são alguns dos serviços personalizados que estão disponíveis para você.

É importante lembrar que cada pessoa funciona de forma diferente. Seja de pijamas e de madrugada ou com roupas formais durante o dia, o home office é seu aliado em crescimento profissional e qualidade de vida. Extraia o máximo dessa experiência e dê uma guinada na sua carreira.

*Para mais informações sobre os serviços Smart, acesse Planos e Serviços

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Cinco dicas de como manter a produtividade em home office

Tendência que tem crescido cada vez mais nos últimos anos, o home office parece que veio mesmo para ficar. Trabalhar em casa possui vários pontos positivos: mais conforto, tranquilidade, menos estresse diário com trânsito e menos gasto com alimentação. Mas é preciso ter cuidado para não esbarrar na procrastinação. Para te ajudar nessa caminhada, a Smart preparou algumas dicas para não deixar a produtividade cair. Confira:

Autoavaliação

Antes de optar pelo home office, é preciso fazer uma autoavaliação sincera para descobrir se você tem o perfil para esta modalidade. Existem algumas perguntas que podem te ajudar a decidir: sou disciplinado e organizado? Consigo gerenciar minhas tarefas? Sei lidar com ferramentas tecnológicas? Consigo produzir sozinho ou preciso de companhia de outras pessoas?

Trabalhar em casa exige muita responsabilidade de quem se compromete a isso. Requer disciplina dobrada porque não há a vigilância de chefe ou a possibilidade de repassar tarefas para colegas. Se enxergou nesse perfil? Então você já tem quase tudo necessário para começar a produzir in home.

Montando o escritório

É fundamental separar um espaço dedicado ao trabalho, longe das distrações caseiras. Crie um ambiente confortável, onde você possa se sentir à vontade. Uma dica valiosa é manter-se perto da janela. Além de fazer bem, o sol pode te ajudar a se manter focado. Além disso, a vista exterior ajuda a descansar a mente durante as pausas. Fique atento: trabalhar por muito tempo sem uma parada é prejudicial à saúde e à própria produtividade.

Na hora de escolher os móveis, opte pelos que são mais práticos e que forem do seu gosto, mas fuja dos gastos desnecessários com peças que parecem saídas de uma revista de design. Lembre-se: você está começando agora e esse dinheiro a mais pode fazer diferença no seu orçamento.

Evite deixar tudo espalhado. Divida seu material em poucos compartimentos, pastas ou caixas. Deixe tudo que vai precisar à mão: papeis, canetas, celular, clips, grampeador. Com tudo ao seu alcance, o trabalho flui mais naturalmente, já que você não vai gastar tempo procurando as coisas.

Hora de trabalhar

Sua casa pode proporcionar diversas distrações: TV, companheiro(a), filhos, animais de estimação. Por isso, é preciso aprender a separar o home office da sua vida pessoal. Avise a família quando for trabalhar que não deve ser interrompido a todo o momento. A internet também pode ser uma vilã quando o assunto é procrastinar: redes sociais podem ser grandes inimigas da produtividade. Mantenha o foco e deixe para dar aquela olhadinha no Facebook na hora das pausas.

Muitas pessoas têm dificuldade de manter uma rotina fixa, mas é importante ressaltar que trabalhar com horários regulares aumenta a produtividade. Mas essa é uma escolha sua: nos primeiros dias, teste períodos diferentes de trabalho para descobrir quando se sente mais produtivo. Muita gente está no ápice da energia pela manhã, outros preferem trabalhar à tarde e há até os que optam pela madrugada. Só você pode definir o que é melhor. E essa é uma das maiores vantagens dessa modalidade de trabalho.

Tecnologia a seu favor

Smartphones, tablets, notebooks. A tecnologia é, sem dúvidas, a maior aliada do home office. Da escolha do nome da empresa até a gestão financeira, existem hoje centenas de ferramentas e aplicativos, pagos ou gratuitos, disponíveis para ajudar o empreendedor. Mas para saber qual é o melhor para você, é preciso pesquisar, ver a opinião de outros usuários e, claro, testar.

Agendamento de reuniões, conversas com clientes, gerenciamento de e-mails, orçamento e planejamento. Tudo está ao alcance de um clique. Não se limite às ferramentas convencionais: procure o que tem aparecido de novo e moderno no mercado. Com certeza você encontrará tudo o que precisa para gerenciar a sua empresa do seu jeito.

Escritórios virtuais

Outra grande vantagem do home office é a possibilidade de começar uma atividade empresarial com baixo investimento, já que os gatos iniciais e de capital de giro caem consideravelmente em uma empresa home based. Entretanto, em muitos casos a atividade exige eventualmente um espaço para reuniões com clientes. E é aí que entram os serviços de escritório virtual.

A Smart*, por exemplo, oferece espaços mobiliados para reuniões e escritórios com locação por hora, dia, semana ou mês. Recepção e serviços de secretariado com suporte administrativo, endereço fiscal para registro da sua empresa, internet, gestão de agenda e network são alguns dos serviços personalizados que estão disponíveis para você.

É importante lembrar que cada pessoa funciona de forma diferente. Seja de pijamas e de madrugada ou com roupas formais durante o dia, o home office é seu aliado em crescimento profissional e qualidade de vida. Extraia o máximo dessa experiência e dê uma guinada na sua carreira.

*Para mais informações sobre os serviços Smart, acesse Planos e Serviços

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Empreendedorismo em tempos de crise

Enquanto muita gente está preocupada com a crise, há quem enxergue o momento econômico atual como uma grande oportunidade para empreender. De acordo com pesquisa do grupo Estado, 70% dos brasileiros começou um novo negócio nos últimos anos por oportunidade. Os Microempreendedores Individuais (MEI) constituem grande parte deste número: só no primeiro semestre de 2015 surgiram 748.371 novos empresários que trabalham por conta própria e faturam até R$ 60 mil por ano. A estimativa é de que oito em cada dez novos negócios estão enquadrados nessa modalidade.

Mas montar um negócio nesse período de incertezas pode não ser tão simples assim. É preciso um estudo mais aprofundado para identificar os pontos fracos e fortes do momento e ter em mente que as oportunidades e dificuldades que aparecem agora não são as mesmas de um cenário econômico estável. Agora é um bom período para o empreendedor nacional: com o dólar mais alto, a importação se torna uma opção mais cara e a busca por produtos e serviços nacionais tende a crescer. Outro ponto importante a ser observado é que os clientes estão controlando mais os gastos, o que significa que, mais do que nunca, quem apresentar o melhor produto ou serviço por um preço mais justo terá mais chances de sucesso. Não é fácil, mas a crise pode e deve servir como um motivador.

Uma pesquisa da Plano CDE – consultoria especializada em pesquisas sobre a baixa renda – em parceria com a Netquest – empresa que faz levantamentos na internet – aponta que 56,6% dos novos empresários são mulheres. Deste total, 21,5% (o maior porcentual) trabalha nas áreas de higiene e beleza, vendendo produtos porta a porta ou prestando serviços de manicure, por exemplo. O setor de beleza sempre esteve em alta no Brasil e, mesmo na crise, continua crescendo. Atualmente, o país é o quarto maior mercado de cosméticos no mundo. Segundo a Fecomercio, os gastos anuais com cabeleireiros, manicure e pedicure são 18% maior do que o dispendido com educação.

Outro setor que continua faturando independente da crise é o da alimentação. E nessa fatia de mercado, ganha quem alinha inovação com bons produtos e preços acessíveis. Essa combinação explica o boom de food trucks  dos últimos anos. É um negócio que facilita a vida do cliente além de ser financeiramente mais viável do que um restaurante, por exemplo. E para que a tendência não vire fracasso, a dica é fugir do óbvio apostando numa gastronomia que não se vê com frequência pelas ruas, como sucos e saladas fitness ao invés de guloseimas gordurosas.

O QuinTAO Café seguiu essa linha. Localizado no Rio de janeiro, o negócio das irmãs Luciana Provenzano e Paola Souza serve comidas naturais, como hambúrgueres vegetarianos, brownie sem glúten e sem lactose, cafés orgânicos e mate caseiro. Com preço máximo de 15 reais, o faturamento médio mensal fica entre 100 e 150 mil reais.

Outro caso de sucesso é o Quitinete na Rua. A hamburgueria de Duda Ferreira, Luiz Morillo e Renato Consollaro, serve batatas rústicas, maionese de bacon e ketchup de cogumelo. O preço médio dos pratos é de 20 reais. O negócio abriu em fevereiro de 2016 com um investimento inicial de 350 mil e hoje e fatura em média 60 mil reais mensais.

Empresas que estão há mais tempo no mercado também estão encontrando espaço em meio à instabilidade econômica. A Ciao Mao, por exemplo, nasceu em 2007, quando a empresária Priscila Callegari deixou a carreira de designer arquitetônica para se dedicar a sua paixão: sapatos. Ela desenvolveu um conceito de modelos customizados, valorizando os detalhes das peças. Com apenas três anos, o empreendimento se estabeleceu no mercado. Atualmente a marca dribla a crise apostando no e-commerce (vendas on line). Além disso, possui três lojas físicas – avaliadas em um milhão de reais cada – e está em expansão para as demais regiões do Brasil.

Os momentos de dificuldades econômicas tem sido o berço de ótimas oportunidades. Além dos setores básicos, como roupas, saúde e alimentação, outros produtos e serviços têm se mostrado fortes no mercado. Com o orçamento apertado, muita gente opta pelo reparo ao invés de comprar um item novo e é aí que está a oportunidade de negócio. O segredo do sucesso, tanto para quem está começando quanto para quem quer se consolidar nesse momento, é oferecer serviços indispensáveis ao dia a dia com qualidade e preço acessível.

*Com informações do Estado de S. Paulo, Exame e Novo Negócio.

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Empreendedorismo em tempos de crise

Enquanto muita gente está preocupada com a crise, há quem enxergue o momento econômico atual como uma grande oportunidade para empreender. De acordo com pesquisa do grupo Estado, 70% dos brasileiros começou um novo negócio nos últimos anos por oportunidade. Os Microempreendedores Individuais (MEI) constituem grande parte deste número: só no primeiro semestre de 2015 surgiram 748.371 novos empresários que trabalham por conta própria e faturam até R$ 60 mil por ano. A estimativa é de que oito em cada dez novos negócios estão enquadrados nessa modalidade.

Mas montar um negócio nesse período de incertezas pode não ser tão simples assim. É preciso um estudo mais aprofundado para identificar os pontos fracos e fortes do momento e ter em mente que as oportunidades e dificuldades que aparecem agora não são as mesmas de um cenário econômico estável. Agora é um bom período para o empreendedor nacional: com o dólar mais alto, a importação se torna uma opção mais cara e a busca por produtos e serviços nacionais tende a crescer. Outro ponto importante a ser observado é que os clientes estão controlando mais os gastos, o que significa que, mais do que nunca, quem apresentar o melhor produto ou serviço por um preço mais justo terá mais chances de sucesso. Não é fácil, mas a crise pode e deve servir como um motivador.

Uma pesquisa da Plano CDE – consultoria especializada em pesquisas sobre a baixa renda – em parceria com a Netquest – empresa que faz levantamentos na internet – aponta que 56,6% dos novos empresários são mulheres. Deste total, 21,5% (o maior porcentual) trabalha nas áreas de higiene e beleza, vendendo produtos porta a porta ou prestando serviços de manicure, por exemplo. O setor de beleza sempre esteve em alta no Brasil e, mesmo na crise, continua crescendo. Atualmente, o país é o quarto maior mercado de cosméticos no mundo. Segundo a Fecomercio, os gastos anuais com cabeleireiros, manicure e pedicure são 18% maior do que o dispendido com educação.

Outro setor que continua faturando independente da crise é o da alimentação. E nessa fatia de mercado, ganha quem alinha inovação com bons produtos e preços acessíveis. Essa combinação explica o boom de food trucks  dos últimos anos. É um negócio que facilita a vida do cliente além de ser financeiramente mais viável do que um restaurante, por exemplo. E para que a tendência não vire fracasso, a dica é fugir do óbvio apostando numa gastronomia que não se vê com frequência pelas ruas, como sucos e saladas fitness ao invés de guloseimas gordurosas.

O QuinTAO Café seguiu essa linha. Localizado no Rio de janeiro, o negócio das irmãs Luciana Provenzano e Paola Souza serve comidas naturais, como hambúrgueres vegetarianos, brownie sem glúten e sem lactose, cafés orgânicos e mate caseiro. Com preço máximo de 15 reais, o faturamento médio mensal fica entre 100 e 150 mil reais.

Outro caso de sucesso é o Quitinete na Rua. A hamburgueria de Duda Ferreira, Luiz Morillo e Renato Consollaro, serve batatas rústicas, maionese de bacon e ketchup de cogumelo. O preço médio dos pratos é de 20 reais. O negócio abriu em fevereiro de 2016 com um investimento inicial de 350 mil e hoje e fatura em média 60 mil reais mensais.

Empresas que estão há mais tempo no mercado também estão encontrando espaço em meio à instabilidade econômica. A Ciao Mao, por exemplo, nasceu em 2007, quando a empresária Priscila Callegari deixou a carreira de designer arquitetônica para se dedicar a sua paixão: sapatos. Ela desenvolveu um conceito de modelos customizados, valorizando os detalhes das peças. Com apenas três anos, o empreendimento se estabeleceu no mercado. Atualmente a marca dribla a crise apostando no e-commerce (vendas on line). Além disso, possui três lojas físicas – avaliadas em um milhão de reais cada – e está em expansão para as demais regiões do Brasil.

Os momentos de dificuldades econômicas tem sido o berço de ótimas oportunidades. Além dos setores básicos, como roupas, saúde e alimentação, outros produtos e serviços têm se mostrado fortes no mercado. Com o orçamento apertado, muita gente opta pelo reparo ao invés de comprar um item novo e é aí que está a oportunidade de negócio. O segredo do sucesso, tanto para quem está começando quanto para quem quer se consolidar nesse momento, é oferecer serviços indispensáveis ao dia a dia com qualidade e preço acessível.

*Com informações do Estado de S. Paulo, Exame e Novo Negócio.