Categorias
Finanças

Smart São Paulo: Revelamos o segredo para reduzir as despesas essenciais da sua empresa para menos de R$100,00 por mês!

Sabia que é possível reduzir as despesas essenciais de manter a sua empresa e/ou escritório, para menos de R$100,00? Não acredita? Siga comigo e veja que é possível!

É praticamente um senso comum que manter uma empresa é bastante caro. Dessa forma, muitos acabam desistindo da ideia de empreender, logo de cara. Mas será que na prática é isso mesmo?

Será que é possível manter uma empresa gastando pouco ou apenas se você tiver um alto valor para investir? Se essa segunda opção for a correta, vai acabar afetando muitos entusiastas de abrir a sua empresa, tornando isso apenas um sonho distante, sem muitas chances de dar certo.

Mas se eu te disser que é possível reduzir gastos e manter uma empresa (gastos essenciais), por menos de R$100,00 por mês, e ainda contar com um endereço privilegiado em uma região estratégica? É justamente sobre isso que falarei no texto de hoje.

Custos de manter uma empresa

Antes de mais nada, é preciso deixar claro que estarei falando de despesas em manter uma empresa/escritório. Dessa maneira, não vão entrar outros gastos essenciais de manter um negócio, como: salários, impostos, fornecedores, marketing, contabilidade, entre outros.

Os gastos que falarei aqui, serão os gastos básicos de manter a empresa funcionando entre eles, posso destacar:

  • Aluguel: aqui é onde o valor costuma ficar muito salgado. Vamos utilizar o exemplo de alugar um espaço em uma área nobre, com a região da Berrini em São Paulo. Para alugar um pequeno espaço nessa região, o preço não sairá por menos de R$3.000,00 a R$4.000,00. Justamente pelo endereço ser privilegiado.

É importante deixar claro que um bom endereço fará toda a diferença na forma que o público em geral vê a sua empresa. Alugar um espaço em um endereço ruim será uma péssima vitrine para sua empresa. Desse modo, o ideal é escolher um lugar (minimamente) bem localizado.

É claro que nem todos os endereços serão nesse valor, ainda mais se for para regiões menos atrativas (entretanto, ainda assim dificilmente sairá por menos de R$2.000,00). Porém, em um pequeno negócio o aluguel pode representar quase 50% dos gastos.

Caso a empresa seja dona do local, é bem provável que terá um financiamento por trás, onde os valores médios costumam passar dos R$5.000,00 mensais (por vários anos).

  • Condomínio: se o endereço escolhido for um prédio, além do aluguel, terá que pagar um valor salgado de condomínio. Onde muitas vezes, esse gasto não inclui outros, como por exemplo: energia elétrica, manutenção e água. Ou se incluir, vai ser um valor extra. 

O preço médio costuma ser entre R$500,00 a R$1.000,00 mensais (aqui novamente, o endereço fará toda a diferença no preço do aluguel). A segurança privada, jardinagem, entre outros serviços, costumam estar inclusos diretamente no valor do condomínio.

  • Energia elétrica: outro item que não pode faltar em nenhuma empresa, seu valor médio (considerando uma empresa pequena que funcione em um andar de escritório) fica entre R$150,00 a R$300,00 mensais (considerando que os equipamentos fiquem ligados por longos períodos), além de contar com ventiladores e/ou ar-condicionado.
  • Água: a água costuma ter um valor mais baixo, porém ainda assim vai gerar um gasto (ainda mais se o local contar com cozinha e lavanderia), algo entre R$100,00 a R$150,00 mensais (considerando uma empresa pequena que funcione em um andar de escritório).
  • Internet: contar com uma internet de altíssima velocidade é essencial para qualquer empresa. Dessa forma, será preciso investir em uma internet de qualidade, onde os preços variam entre R$100,00 a R$200,00 mensais.
  • Manutenção: quando está pagando um aluguel é costume cobrarem um extra (muitas vezes cobrado junto com o condomínio) pela manutenção e reformas (pinturas, troca de extintores, limpeza de reservatórios, etc.) aplicados no local, mesmo que diretamente não afete a sua empresa. Em média, mensalmente costuma gerar um acréscimo entre R$200,00 a R$400,00.
  • Recepção/secretária: se a empresa trabalha aberta ao público e/ou recebe fornecedores, clientes parceiros, entre outros, é de praxe contar com uma recepção e com uma secretária. 

Dessa forma, o gasto para manter a secretária será de cerca de R$1.500,00 de salário e praticamente mais R$1.500,00 para questões legais, totalizando cerca de R$3.000,00 de gastos para contar com recepção e secretária.

  • Limpeza: Para manter a empresa limpa e organizada é preciso ter um colaborador responsável pela limpeza. A maioria das empresas acaba terceirizando esse serviço para não ter que registrar mais um colaborador. 

O valor médio (considerando um espaço pequeno/médio) costuma ficar entre R$1.000,00 a R$2.000,00 mensais. Além disso, também tem o gasto com produtos e insumos de limpeza, em média o gasto mensal fica entre R$100,00 a R$200,00.

  • Outros gastos: aqui posso listar alguns gastos que são comuns, que separados não representam valores altos, mas que juntos elevam o valor, como: alimentos, café, chá, açúcar, adoçante, etc. Aqui é difícil cravar um valor, porém, para facilitar o entendimento vamos manter esse gasto entre R$150,00 a R$250,00.

Total: R$8.300 considerando os valores mais baixos!

Existem outros gastos, que são aplicáveis em diferentes tipos de empresa, porém esses listados são os maiores custos mensais de uma empresa (excluindo salários, impostos, etc.).

Esses são os para manter uma empresa/escritório, se adicionarmos gastos com equipamento e móveis, chegam a cifras elevadíssimas. Esses valores são apenas para manter uma empresa pequena ou no máximo média, com boas condições de trabalho.

Dito isso, você deve estar se perguntando como é possível reduzir todos esses gastos para menos de R$100,00 mensais. Siga comigo que te mostro como (sem pegadinha nenhuma)!

Coworking: economia e excelência

Coworkings são escritórios compartilhados (além de uma ótima forma de economia compartilhada) sendo claramente a modalidade de futuro para escritórios e empresas. Cada vez mais os coworkings crescem no Brasil, sendo que isso deve aumentar ainda mais.

E são justamente nos coworkings que empresas (e profissionais independentes), vão reduzir todos os gastos listados acima, para menos de R$100,00 ao mês. 

Na Smart Escritórios Inteligentes: São Paulo Existem planos que custam menos de R$3,50 ao dia, como é o caso do Plano Smart Fiscal por R$79,90/mês para quem precisa apenas de um endereço. Ou o Plano Smart Black que custa R$99,90/mês por TODOS os serviços Smart.  

Atenção: Para os dois planos, você pode ganhar dois meses grátis se optar pelo plano anual. 

É justamente no Plano Black que você conta com todos os serviços listados acima, inclusos no preço de R$99,90/mês (reduzir as despesas para menos de 5% do valor que seria gasto em um endereço “normal”). Dessa forma, a sua empresa terá a acesso a:

  • Endereço privilegiado (alto padrão) em uma área nobre;
  • Aluguel;
  • Serviço de limpeza e manutenção;
  • Serviço de recepção;
  • Internet de altíssima velocidade;
  • Energia elétrica;
  • Água;
  • IPTU;
  • Condomínio;
  • Cozinha;
  • Sala para reuniões;
  • Entre muitas outras vantagens.

Além disso, tudo algo que tem se mostrado de muito valor para quem aposta em escritórios compartilhados (coworkings) é a possibilidade de criar uma networking. Sendo que a sua empresa irá compartilhar o endereço com muitas outras empresas e profissionais independentes.

Dessa forma, além de reduzir as despesas para menos de R$100,00, a sua empresa estará em uma excelente vitrine (em um centro de alto padrão, em regiões de grande influência), tendo a possibilidade de criar uma networking com excelentes profissionais que farão parte do seu convívio.

Coworkings estão se espalhando por todo o Brasil, além da unidade de São Paulo, a Smart também está presente em outros endereços (com as mesmas vantagens pelo mesmo preço): Asa Norte e Asa Sul em Brasília, em Jacarepaguá e Niterói no Rio de Janeiro.

Conclusão

No texto de hoje, apresentei para você (e seu negócio) uma alternativa excelente para quem planeja ter sua empresa, gastando menos de R$100,00 por mês. O que a princípio pode parecer uma brincadeira ou propaganda enganosa, torna-se realidade dentro dos coworkings.

Além disso, mostrei as vantagens de conhecer a Smart Escritórios Inteligentes de São Paulo (e demais localidades que contam com escritórios Smart), que é o serviço de coworking mais completo do Brasil, perfeito para todos que desejam reduzir despesas e trabalhar em um ambiente muito completo.

Para continuar com artigos relevantes sobre empreendedorismo, continue acessando o blog da Smart. Agradeço a sua leitura e nos vemos em breve.

Categorias
Empreendedorismo Finanças

Contabilidade para pequenos negócios: será que realmente é necessário?

Hoje, vou te mostrar as vantagens de contratar uma contabilidade, para você poder chegar à sua própria conclusão. Afinal, contabilidade para pequenos negócios, vale a pena?

Contabilidade para pequenos negócios é um tema bastante discutido entre os novos empreendedores, que se enquadram como ME e MEI, onde não há a obrigatoriedade de contratar uma contabilidade. 

Onde os processos são mais “suavizados” em relação a questões contábeis, porém essa “suavização” ainda precisa de cuidados e de alguém para organizar todas as questões aplicáveis, caso opte por não contratar os serviços de um escritório contábil.

Além disso, o empreendedor poderá economizar o dinheiro que usaria para contratar uma contabilidade para usar de outras formas na empresa. Porém, até que ponto vale a pena não investir no trabalho de um profissional? Vou analisar no texto de hoje!

Vantagens de ter uma contabilidade para os pequenos negócios

Antes de você decidir se deverá contratar ou não, uma contabilidade para seu negócio, vou apresentar algumas vantagens em contar com o serviço de um (bom) escritório de contabilidade, assim poderá tirar suas próprias conclusões.

É importante ressaltar que essas dicas são aplicadas para empresários que não possuem conhecimento elevado sobre o assunto. Então vamos considerar que o empresário em questão é leigo no tema. Caso a empresa tenha alguém especialista, o cenário muda de contexto.

Embora, mesmo que o empreendedor domine o assunto, possivelmente, ele terá que cuidar da empresa, tomar decisões, participar de reuniões e outros assuntos que vão tomar praticamente toda a sua rotina. Desse modo, mesmo que você entenda de contabilidade, ainda será preciso avaliar muito bem.

Vantagem 1: interpretação mais confiável

A primeira vantagem em ter uma contabilidade para pequenos negócios, está no ponto de lidar com as leis brasileiras que são bastante confusas e podem ser um verdadeiro desafio para leigos interpretarem. Ainda mais se o empreendedor for o responsável pela contabilidade e pela empresa.

Dessa forma, contratar os serviços de uma contabilidade vai ajudar muito no entendimento das leis e nos cálculos complexos sobre questões de impostos e de pagamentos. Evitando cometer erros que poderão prejudicar e muito a empresa.

É claro, que o grande motivo de pequenas empresas não terem uma contabilidade é pelo valor do serviço. Mas hoje em dia, existem opções com valores atrativos, como por exemplo a contabilidade digital/online. Para entender mais sobre o assunto, vale a pena ler o artigo sobre os Prós e contras da contabilidade online.

Além disso, é importante parar para pensar, até que ponto vale a pena economizar um pouco de dinheiro, e ter um trabalhão, além de correr o risco de cometer algum erro que pode prejudicar a empresa? Reflita sobre isso.

Vantagem 2: registro de informações

Uma das principais funções da contabilidade está ligada ao registro de informações a respeito da empresa. Mantendo um verdadeiro histórico sobre as finanças da empresa, recursos humanos, etc.

Dessa maneira, você terá um registro confiável a respeitos de suas informações. Porque as contabilidades seguem alguns padrões que tornam o entendimento sobre a sua empresa muito mais fácil e correto.

Essas informações precisam estar 100% organizadas para que facilite a forma que a sua empresa cuida da gestão financeira do negócio. Além do mais, caso precise de uma informação antiga, será bastante cômodo contar com os serviços de uma contabilidade que tenha todas as informações arquivadas.

Vantagem 3: menos dor de cabeça com burocracia

Acredite, cuidar da contabilidade é bastante estressante. Ainda mais quando entra em questões burocráticas, dessa forma, você não precisará fazer tudo sozinho e poderá focar no que realmente importa.

O mesmo é válido quando você abre a empresa, contar com a ajuda de profissionais especializados vai garantir um processo muito mais fluido e menos desgastante. 

Vantagem 4: declaração de impostos

A contabilidade para pequenos negócios faz ainda mais sentido quando se aproxima a data de fazer a declaração do imposto de renda da empresa. São em momentos-chave como esse que é possível perceber o quão mais simples fica o processo quando se conta com um trabalho especializado.

Inclusive, ano que vem terão algumas mudanças por conta da reforma tributária, o que vai mudar os números e porcentagens sobre os impostos das empresas. Com isso, uma contabilidade vai entender muito melhor todas essas mudanças e aplicar da forma correta

Vantagem 5: Fluxo de caixa mais organizado

A contabilidade também irá te ajudar “indiretamente”. Com as informações bem organizadas da contabilidade, será possível utilizar os dados para organizar o fluxo de caixa.

É claro, que essa é uma função da própria empresa e do empreendedor e a contabilidade não fará tudo por você. Mas com a organização da contabilidade a sua empresa vai poder manter um fluxo de caixa bem mais organizado e propenso a ficar no positivo.

Vantagem 6:  ajuda na tomada de decisões

Existem muitas decisões importantes que o empreendedor deve tomar para o andamento da sua empresa. Essas decisões podem gerar dúvidas, que podem ser esclarecidas com a ajuda especializada de uma contabilidade.

Dessa maneira, a contabilidade aparece como um conselheiro importante, para decisões ainda mais importantes que você (como empreendedor) terá que tomar.

Vantagem 7: softwares especializados

Softwares especializados vão tornar todo o processo contábil muito mais fácil. E as contabilidades contam com softwares modernos que garantem um trabalho muito mais rápido e sem erros. Que certamente irão acontecer se a empresa organizar tudo em planilhas simples.

Considerações finais: vale a pena contratar uma contabilidade?

Como o título traz uma questão, agora é o momento de responder. É importante ressaltar que aqui vou usar minha opinião pessoal, que você poderá usar como um conselho. O objetivo é mostrar uma saída para que pequenas empresas consigam trabalhar melhor.

Dessa forma, posso afirmar que contratar uma contabilidade é a saída mais inteligente, principalmente se você está começando agora e visa crescimento para o seu negócio. Se você apenas tiver uma ME, que use de forma esporádica, para emitir poucas notas, é possível que você mesmo cuide.

Agora, quando falamos de um negócio com maior fluxo de documentos e etc, que opera diariamente e produz serviços e/ou vende produtos de forma consistente. Então, para esses casos, é aconselhável contar com o apoio contábil.

Quando trabalhamos com profissionais tudo é mais seguro e garantido. Com isso, uma contabilidade poderá te ajudar com muitas questões e dúvidas. As contabilidades servem como “conselheiros”, como vimos na lista de vantagens. 

Desse modo, a contabilidade para pequenos negócios vai ajudar nos processos, cuidar dos impostos, do imposto de renda, além de dar um apoio extra. 

Dito isso, é preciso fazer uma análise antes de contratar uma contabilidade para chamar de sua. Procure referências, marque uma reunião e avalie você mesmo. O mesmo vale para a contabilidade online, que costuma ser mais barata, mas em muitos casos será uma excelente saída.

Se você foi convencido a procurar uma contabilidade, temos um artigo muito esclarecedor sobre isso: 7 dicas na hora de contratar um escritório de contabilidade 

Leia, e entenda como avaliar se o escritório de contabilidade vai ajudar a sua empresa, realmente.

E o valor gasto para contratar uma contabilidade?

Não será qualquer contabilidade que você deverá contratar. Se contratar a opção cara demais, poderá comprometer o seu orçamento, da mesma forma que contratar uma barata demais, poderá entregar um trabalho incompleto.

A questão do valor realmente é uma questão importante a se considerar nas pequenas empresas, onde cada pequeno investimento faz uma diferença enorme nos números.

Mas alguns gastos são necessários e de médio a longo prazo (alguns trazem resultados imediatos) vai ajudar o seu negócio a se desenvolver ainda mais. Dessa forma, tenha uma boa organização financeira, mesmo antes de abrir o seu negócio ou mesmo após.

Até porque é totalmente contraproducente abrir um negócio sem nenhum planejamento e sem recursos financeiros para cuidar do bom andamento da empresa. É claro, que possivelmente você não consiga contratar a melhor contabilidade da cidade, mas ainda assim encontrará uma boa para você.

Quanto antes você aprender que se tratando de negócios, não dá para fazer tudo sozinho, melhor. Até certo ponto é possível, porém em algum momento você vai precisar de profissionais qualificados para te ajudar a crescer ainda mais. Alguns gastos são necessários, e a contabilidade é um deles. 

Conclusão

No artigo de hoje, mostrei um pouco sobre a contabilidade para pequenos negócios, onde você acompanhou todas as vantagens e a minha análise sincera sobre o assunto. Desse modo, acredito ficou muito mais fácil para você mesmo responder, se vale a pena uma contabilidade para pequenos negócios, ou não.

Conte sobre o seu veredito nos comentários. Gostaria muito de saber a sua opinião sobre esse tema. Além disso, compartilhe esse artigo nos seus grupos de WhatsApp, e ajude que essa análise chegue para mais pessoas.

Para mais artigos sobre empreendedorismo e dicas sobre contabilidade, continue acompanhando o blog da Smart. Ele conta com atualizações diárias e cada artigo vai te ajudar de uma forma, para conseguir empreender de uma maneira mais efetiva e inteligente.

Agradeço a sua leitura, quero saber a sua opinião e nos vemos em breve!

Categorias
Empreendedorismo Finanças

8 dicas sobre como abrir uma microfranquia

Pensando em abrir uma microfranquia? No texto de hoje, vou apresentar algumas dicas para quem quer ser um microfranqueado. Siga comigo e descubra como abrir uma microfranquia do jeito certo.

Se você já pensou em ter seu próprio negócio, já deve ter se feito essa pergunta em algum momento: “como abrir uma microfranquia?” 

Ainda mais se você nunca teve um negócio ou não tem nem ideia de como funciona uma microfranquia. Não se preocupe, isso é mais comum do que você pensa.

Para te ajudar a entender melhor sobre o tema, vou apresentar 8 dicas para você poder abrir uma microfranquia do jeito certo. O texto não será apenas sobre uma rede de microfranquias, as dicas são amplas e vão te ajudar a encontrar o melhor caminho para você.

8 dicas para ter uma microfranquia

1. Faça uma auto análise

Antes de qualquer outra dica, é preciso ressaltar a importância do futuro empreendedor fazer uma auto análise criteriosa e verificar se realmente ele deseja ter uma franquia/microfranquia.

Só após entender se realmente é isso que quer, é que estará pronto para as demais dicas que irei dar. Ser dono de algo, ainda que seja uma microfranquia requer um espírito empreendedor, além da vontade real de empreender.

Então, se entrou nesse artigo para ter algumas dicas de como abrir uma microfranquia, primeiro de tudo é preciso que você avalie de forma geral se essa ideia é realmente o que você busca para seu futuro. Se sim, então as próximas dicas vão te ajudar bastante. 

2. Escolha um negócio que combine com você

Assim como é importante você fazer uma auto análise, será muito importante que você escolha um segmento de combine com o seu perfil. Dessa forma, vai garantir que estará trabalhando com algo que tem tudo a ver com você.

‍Nada é mais desmotivador do que trabalhar com algo que se não gosta. No curto prazo pode até funcionar, porém, no médio e longo prazo, você irá ser afetado por ter que dedicar sua vida para algo que não acredita e não lhe traz satisfação pessoal e profissional.

Então, se escolher uma microfranquia que esteja alinhada com os seus objetivos, ela precisa ser de um segmento que te motiva a aprender mais sobre e te trazer uma excelente perspectiva de futuro, suas chances de sucesso (e longevidade) são muito grandes.

3. Analise o mercado

Identificou o segmento que mais combina com seu perfil? Então é chegada a hora de analisar o mercado que ele está inserido. Além disso, é preciso verificar se esse tipo de microfranquia existe próxima a você. 

como abrir uma microfranquia

Se a resposta for afirmativa, então você deverá estudar o mercado que irá trabalhar, considerando questões com o público alvo e concorrência. Para ter uma estrutura de planejamento que seja aplicável no seu novo negócio.

Para ter mais informações sobre a rede de microfranquias que você está almejando trabalhar, verifique na COF, a Circular de oferta de franquia.

Na COF você terá diversas informações, principalmente as informações financeiras sobre a rede escolhida. Esse documento te ajudará e muito a decidir se a franquia é boa e combina com o seu perfil. Caso não seja, você poderá encontrar outra.

Além disso, é possível conseguir através da COF contatos de outros franqueados. Dessa maneira você poderá conversar diretamente com eles e verificar se realmente é o que espera/deseja.

4. Tenha uma assistência jurídica

Tão importante quanto entender como abrir uma microfranquia é fazer o processo do jeito certo. Para que tudo ocorra dessa maneira, indico fortemente que busque a assistência de um profissional capacitado na área jurídica.

Dessa forma, você não correrá o risco de ser passado para trás por uma empresa mal intencionada. Com um profissional da área te ajudando, você terá total respaldo sobre o contrato e as letras miúdas que possam vir a te gerar fortes dores de cabeça.

5. Escolha do ponto comercial

Esse item, certamente vai estar ligado ao sucesso ou insucesso do seu novo negócio. O ponto onde a microfranquia vai operar é de suma importância, sendo através dele que os clientes chegarão até você.

Um bom ponto comercial, vai agregar muito valor ao seu pequeno empreendimento. Com uma maior ocorrência de clientes e tráfego de pessoas que possam vir a se tornarem clientes da sua microfranquia. 

O contrário também é válido, um ponto ruim vai diminuir as chances de mais pessoas buscarem seu negócio. Bons lugares, quase sempre estejam atrelados a autos custos, o que pode afastar os empreendedores com menos recursos de buscarem essas opções.

Uma dica que deixo para quem procura o melhor endereço por um valor minúsculo é que busquem um serviço de coworking (escritórios compartilhados). Dessa forma, você terá a certeza de que sua microfranquia estará em um excelente endereço, pagando pouco.

Se você gostou da ideia de um endereço privilegiado, pagando pouquíssimo, recomendo que conheça a Smart Escritórios Inteligentes. Com a gente, você pagará uma parcela minúscula e terá inúmeros benefícios, dentre eles:

  • Endereço privilegiado em importantes centros comerciais de grandes cidades;
  • Um ambiente que reúne o que tem de mais moderno em escritórios;
  • Possibilidade de networking com outras empresas e profissionais independentes que também ocupam o mesmo endereço;
  • Endereço fiscal e comercial;
  • Gigantesca economia: na pequena parcela mensal já estão inclusos os gastos com aluguel, estacionamento, recepção, energia elétrica, água, limpeza, manutenção, internet de altíssima velocidade, IPTU, entre outros muitos gastos para manter um escritório convencional.

Clique aqui e descubra muito mais sobre a Smart Escritórios Inteligentes.

6. Não se esqueça da concorrência

Acima falei brevemente sobre considerar a concorrência, porém agora é hora de falar separadamente sobre isso. Conheça a sua concorrência da forma mais completa possível para poder ter o máximo de informações úteis sobre eles.

Veja os pontos fracos e fortes da concorrência e faça um comparativo realista com os prós e contras do seu negócio também. Com isso você poderá aprender com os erros deles e duplicar o que deu certo na sua franquia, além de trazer novidades ao seu negócio.

Mesmo que sua concorrência seja acirrada, isso poderá ser bom para seu negócio. Pois, o fluxo grande de pessoas aos arredores, poderá trazer novos clientes para sua empresa. Muitas vezes franquias de um mesmo segmento, podem dividir a vizinhança e ambos terem excelentes resultados. 

7. Conheça bem o seu franqueador

Tão importante como as dicas acima, é conhecer bem o seu franqueador. E quando falo em conhecer bem, é fazer uma análise profunda sobre ele. Se atentando para saber, questões como:

  • Quanto tempo essa marca está no mercado? 
  • Quantas franquias/microfranquias essa empresa possui?
  • Existe uma matriz que a marca atue?

Essas questões são importantes, para você saber com quem está lidando e entender se realmente é uma empresa séria com credibilidade no mercado, ou apenas uma forma de você desperdiçar seu tempo e dinheiro.

8. Entenda claramente o seu papel de franqueado

Para fechar a lista de dicas sobre como abrir uma microfranquia, é muito importante que você entenda bem o seu papel como franqueado. E isso é um ponto, que vejo que muitos não consideram até começar a receber uma série de diretrizes que devem seguir a risca para ser um franqueado.

É importante que você saiba que você não será o dono dessa marca, você apenas é um franqueado que deve agir de acordo com o processo de seu franqueador.

Então, se você deseja ter total liberdade e fazer as próprias regras, uma microfranquia, certamente não te possibilita fazer tudo do seu jeito. É claro, que você terá certas liberdades, porém só até certo ponto.

Agora, se você é daqueles que buscam um padrão para seu trabalho e que está pronto para seguir uma “receita”, ter uma microfranquia poderá ser uma excelente escolha.

Todas as dicas, juntamente com essa, são sobre você entender todo o entorno de ter uma franquia/microfranquia. Seguindo os pontos que foram apontados a suas chances de sucesso e realização pessoal são bem maiores.

Conclusão

No texto de hoje, te mostrei 8 dicas para entender como abrir uma microfranquia. Com elas você pode ficar mais esclarecido sobre como decidir se microfranquias são o que você procura para seu futuro enquanto empreendedor. Além de entender como tomar as melhores decisões para seu negócio.

Para mais textos sobre empreendimentos e franquias, continue acompanhando o blog da Smart. Os artigos são desenvolvidos a partir das necessidades que julgamos mais relevantes para quem pretende ou já empreende. Dessa forma, você sempre terá um excelente artigo para te ajudar.

No assunto franquias/microfranquias, temos dois textos excelentes para te ajudar com isso: 

Além disso, temos um artigo que traz um excelente questionamento para quem pretende empreender “Qual a idade ideal para empreender? Será que é tarde demais para você?”.

Não esqueça de compartilhar esse artigo nas suas redes sociais, para que mais pessoas tenham acesso a esse conteúdo. 

Agradeço a sua leitura e nos vemos em breve.

Categorias
Finanças

Smart Brasília: O que muda na reforma tributária para os pequenos empreendedores?

No começo de setembro a Câmara dos Deputados aprovou a reforma tributária. Diante disso, é preciso entender de que forma essa medida vai afetar as empresas, principalmente os pequenos empreendedores. 

Se você acompanha o tema política, deve estar atento ao atual cenário que envolve a reforma tributária. Porém, se você é um empreendedor ou pretende ser um, você deve ficar ainda mais atento.

Independente de qual seja seu caso, no artigo de hoje, vou mostrar o que vai mudar para os empreendedores com essas novas mudanças e explicar o que falta para essa reforma começar a vigorar e quando isso deve acontecer. Siga comigo e descubra mais sobre o assunto.

Objetivo da reforma tributária

Desde o começo (2019) do mandato do atual Governo Federal, circulam propostas de uma reforma tributária, seja partindo do próprio Governo, na pessoa do seu ministro da economia e/ou da Câmara dos Deputados.

Essa vontade foi formalizada no Projeto de Lei Nº 2337 em julho de 2021, pelo Governo Federal à Câmara dos Deputados. Seu principal objetivo é mudar a legislação do Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas (as empresas).

Visando simplificar o sistema tributário, tornando-o mais justo, baseando-se na capacidade de contribuição. Estimulando, segundo eles, o investimento e a produtividade, para gerar um aumento nos empregos e com isso refletir em uma distribuição mais justa de renda.

O que falta para ser aprovada e quando deve começar a vigorar?

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no começo do mês de setembro de 2021. Então, quer dizer que ele já está valendo? Embora as chances de entrar em vigor sejam altas, a reforma tributária ainda precisa passar por mais duas instâncias.

Em primeiro momento será analisado e votado pelo Senado, após ser aprovado, ainda vai precisar passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. Se tudo isso correr de forma positiva, as mudanças devem começar a surtir efeitos já no começo de 2022.

O que muda para as empresas com a Reforma Tributária?

Agora que já entendemos o entorno e objetivos da reforma tributária é preciso entender os seus efeitos, na prática. Seja a sua empresa grande ou pequena, ela será afetada pelas mudanças.

Porque a reforma será sobre o regime tributário do lucro real (onde estão as maiores empresas) e também nos regimes simplificados, onde entra o Simples Nacional e o lucro presumido (onde estão os pequenos empreendedores).

As principais mudanças vão passar pelo Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), na Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (o CSLL), tributações de dividendos, alteração de alíquotas, passando por mudanças nos benefícios fiscais e na revogação de alguns incentivos fiscais.

De forma geral, as grandes empresas “pouco” vão sofrer com essas mudanças, pelo seu grande aporte financeiro e serão as pequenas empresas que mais sentirão essas mudanças, seja para o bem ou para mal. Vou te mostrar agora, as principais aplicações dessas mudanças:

Tributação dos Dividendos

Durante os últimos 25 anos os lucros e os dividendos distribuídos entre os sócios e acionistas estavam isentos de tributação. Porém, na reforma tributária serão tributados 15% do valor para o Imposto de Renda.

Segundo especialistas, essa nova cobrança vai gerar uma cobrança dupla de tributação, visto que serão tributados os dividendos e o lucro líquido da empresa também (através do IRPJ e da CSLL).

Porém, existem algumas exceções, que felizmente, irão ajudar as pequenas empresas, pois essa tributação (dos dividendos) não será aplicada em dois casos:

  1. Para as Pessoas Jurídicas que optaram pelo Simples Nacional;
  2. E os dividendos repassados para pessoas físicas que residem no Brasil por empresas que atuam sobre o lucro presumido, contanto que a sua receita anual seja inferior a R$ 4.800.000,00.

Para quem não estiver nos dois casos acima, seus dividendos serão creditados ou pagos, a partir de 1 de janeiro de 2022, e já poderão estar sujeitos a essa tributação pelo Imposto de Renda (mesmo que sua origem tenha se dado ainda em 2021).

Importante: se isso acontecer, cabe recurso, baseando-se no princípio da anterioridade instituída pelo Direito Tributário. Então, um advogado tributarista poderá ajudar com essa questão.

Aumento e redução do Capital

Ainda será possível incorporar lucro no capital social da empresa, porém com a reforma tributária será importante ficar de olho nas reduções e/ou aumentos do capital a partir de 2022.

A edução de capital na parcela do lucro junto ao capital social da empresa, que ocorre em um intervalo menor que 5 anos a partir da data de incorporação, está sujeita a ser tributada no Imposto de Renda. 

Distribuição (Disfarçada) dos Lucros

A tributação sobre operação de distribuição disfarçada dos lucros, que antes ocorria com empresas atuantes sobre o lucro real, com a reforma tributária, passará a ser aplicada em empresas atuantes sob o Simples Nacional e no lucro presumido. A tributação no Imposto de Renda será de 30%. 

Importante: também serão considerados distribuição disfarçada nos lucros, empréstimos para sócios pela empresa que possua lucro acumulado e também a hipótese de perdão de dívida

Pagamentos sem causas ou não identificados

Atualmente, está prevista a cobrança pelo Imposto de Renda, de 35% (para as opções abaixo). Porém, com a reforma tributária, essa alíquota será de 30% no Imposto de Renda, para:

  • Pagamentos para beneficiários não identificados; 
  • Pagamentos sem causas; 
  • Remunerações indiretas sem a identificação de beneficiário ou ainda, sem inclusão no salário. 

Redução nas alíquotas do IRPJ e da CSLL

A reforma tributária prevê também algumas reduções:

  • Atualmente a alíquota do IRPJ é de 15% (com um adicional de 10%), com a reforma passaria a 8% (mantendo o adicional de 10%);
  • Atualmente a alíquota da CSLL é de 9%, com a reforma tributária baixará para 8% (desde que ocorra o aumento da alíquota da CFEM e que alguns benefícios fiscais sejam revogados);
  • Dessa forma a alíquota global da CSLL e do IRPJ, que atualmente é 34%, será reduzida para 26%. 

Conclusão

No artigo de hoje, entendemos o que é a nova reforma tributária que logo deve ser votada pelo Senado (dependendo da data que estiver lendo é possível que a reforma tributária já tenha sido aprovada em todas as instâncias). Além disso, entendemos o que deve mudar e como isso afetas as (pequenas) empresas.

Para servir como complemento para esse artigo, vou indicar três artigos do blog: 

Este artigo foi originalmente escrito em 05/10/2021, algumas mudanças podem estar em desacordo com as apontadas, pois a reforma ainda vai passar por duas frentes até ser efetivada.

Atualização: como dito acima, a reforma tributária foi aprovada em setembro pela Câmara dos deputados, e já está em análise pelo Senado, em poucos dias devem aparecer novidades sobre a reforma tributária e possíveis mudanças. 

Para mais artigos sobre empreendedorismo, continue acompanhando esse blog, ele sempre conta com atualizações de textos relevantes para todos os entusiastas do empreendedorismo.

Agradeço a sua leitura. Compartilhe esse artigo em suas redes sociais, para que seus amigos também fiquem por dentro das novidades da reforma  

Nos vemos em breve.

Categorias
Finanças

Existe uma forma de investir ganhando pouco? Respondemos a sua dúvida

Você pensa que não é possível investir ganhando pouco? Se você ainda acredita nisso, você está felizmente errado. No artigo de hoje vamos te explicar como é possível investir e ter excelentes resultados, mesmo não tendo uma renda tão elevada.

Investir é uma opção muito buscada por todos que desejam ganhar mais dinheiro e/ou ter uma vida melhor. Porém, muitos acham esse meio muito complicado, são muitos números e cifras, que muitos desistem antes mesmo de tentar.

Seguindo nessa mesma linha, muitos acreditam que é impossível investir ganhando pouco. Como já disse acima, no texto de hoje você vai ver que mesmo que você tenha uma renda baixa, com muito esforço e estudo será possível investir e ter muitos resultados positivos.

Investir ganhando pouco

Investir tendo muito dinheiro não é algo tão difícil, afinal, gastar uma pequena parte do que tem não vai fazer tanta diferença. Mas embora essa afirmação seja verdadeira, são geralmente os que mais tem, que sempre procuram formas de ter ainda mais sucesso financeiro. Isso tem a ver com a mentalidade.

Você pode ser pobre e ter uma mentalidade rica, da mesma forma que você pode ser rico financeiramente, mas ter uma mentalidade pobre. E é a partir desse ponto, que desejo demonstrar para você, que você pode buscar o sucesso e investir mesmo ganhando pouco no momento.

É claro, que quanto você tem menos dinheiro é preciso ser mais cauteloso e economizar bastante. Não queremos de forma alguma dizer que o caminho do sucesso, ainda vindo de baixo, é fácil. Muito pelo contrário, é um caminho que vai precisar de muito conhecimento para prosperar. 

Como economizar dinheiro?

Ok, te falei que é possível investir ganhando pouco, mas é preciso te ajudar a entender de onde você vai conseguir o dinheiro que precisa investir. Vou usar um exemplo para você entender melhor:

Imagine que seu dinheiro são flechas e você precisa acertar um alvo muito distante. Dessa forma, quanto mais flechas você tiver maiores serão suas chances de acertar. Entretanto, digamos que você tenha apenas 6 flechas. Com isso, você tem poucas flechas para tentar. Cada “tiro” será importante.

Você poderia trabalhar e comprar mais flechas, porém você já está trabalhando demais. Então, você deve mirar o melhor possível toda vez que for atirar. Economizando ao máximo suas flechas e atirando com a certeza que fez a melhor escolha.

O princípio básico é o mesmo, se você tem pouco, você deve aprender a economizar quanto antes. Não estou falando para você apenas trabalhar e investir todo seu dinheiro. Você também tem o direito de aproveitar um pouco. Porém, você deve saber dosar de acordo com sua renda e objetivos.

Gastar menos energia elétrica, usar menos o carro, economizar água, comprar produtos na promoção, entre outras medidas são excelentes para você ter um valor a mais para poder investir.

Não se trata de tirar das suas necessidades básicas, mas de uma parte supérflua que de para diminuir. Na vida, tudo tem a ver com os objetivos e quanto estamos dispostos a fazer. Alguns sacrifícios são necessários para alcançar um bem maior. Nesse caso, investir e colher os frutos depois.

Como investir ganhando pouco?

Agora que já entendemos como economizar, e que é possível investir mesmo ganhando pouco. Vou te mostrar as melhores opções para você investir, e, porque investir nelas.

Poupança

Para abrir vou trazer a opção mais conhecida de quem está iniciando nos investimentos, que é a poupança. Poupança se tornou um sinônimo de poupar. Por ser simples e com resultados rápidos (mas não tão altos), além de você poder sacar seu dinheiro quanto precisar, acabou caindo no gosto.

Porém, você já deve ter ouvido que a poupança já é algo ultrapassado e que tem opções mais lucrativas. Sim, isso também é verdade, porém, a poupança não é tão ruim assim, sendo ainda uma boa opção para quem está começando e quer ter as suas reservas rendendo um pouco de juros, cerca de 4,5% ao ano.

Possivelmente a poupança vai continuar sendo a opção de muitas pessoas, pela sua facilidade e segurança. Você não estará errado se escolher guardar suas economias no banco. É uma forma muito válida, ainda mais se não tiver experiência com investimentos.

Tesouro Direto

Outra opção que está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros é investir no Tesouro Direto. Onde, basicamente, você compra um ou parte de título público de dívidas do Governo e o Governo paga juros por isso. Sua grande vantagem é que os valores de investimento começam a partir de R$30,00.

A parte burocrática também é muito simples, você só precisa de uma conta bancária e de um CPF. Tendo isso, você só precisa escolher a instituição que vai intermediar a compra dos títulos. Onde apenas uma pequena taxa é cobrada. Nada para se preocupar.

Com isso, será só apresentar a documentação, e pronto. Você vai ganhar uma senha por e-mail para acessar BM&FBovespa, a partir disso você poderá escolher a opção de título que mais combine com seu perfil e objetivos. Depois do período determinado você vai receber o valor de volta com uma boa taxa de juros.

CDB

O CDB é um investimento ligado a títulos de renda fixa, que são emitidos por bancos. É bastante parecido com o Tesouro Direto, porém no lugar no Governo estão instituições financeiras.

Além disso, você também vai receber o valor corrigido com os juros aplicados na hora que resgatar o seu dinheiro, no período indicado. Dessa forma, eles ficam com seu dinheiro e te devolvem com os juros do período. Todos ganham.

Previdência Privada

Essa é uma opção para quem gosta de olhar bem mais para frente. A previdência privada é semelhante à aposentadoria “normal” do INSS. Porém, aqui é você que define o valor que vai investir e quando vai investir. 

É uma excelente opção para quem tem planos para o futuro dos filhos, por exemplo, ou simplesmente ter uma renda a mais para quando se aposentar. E é importante ressaltar, que quanto mais você investir mais você vai ganhar no futuro.

Conclusão

No texto de hoje, aprendemos que é possível investir ganhando pouco, além disso, te mostrei a importância de economizar para que esse investimento seja possível. Além disso, trouxe algumas opções para você investir o seu rico dinheirinho.

Também temos outros artigos sobre investimento para o empreendedorismo neste blog. Vou deixar dois aqui, para você poder entrar de cabeça no assunto: entenda como usar o FGTS para abrir seu empreendimento e, porque vale a pena investir no Marketing Digital. Além desses temos muitos outros.

Curtiu o conteúdo? Não deixe de compartilhar esse artigo para que mais pessoas tenham acesso a esse material. Agradeço a sua leitura e nos vemos em breve.

Categorias
Administração Empreendedorismo Finanças

Você tem mentalidade rica ou mentalidade pobre?

Você saberia me responder se a sua mentalidade é rica ou pobre? Nesse artigo, vou te ajudar a descobrir!

Muito tem se falado sobre ter uma mentalidade rica/vencedora. E esse tema é algo bastante relevante. Através de uma mentalidade rica a sua vida pessoal e sua empresa encontrarão um rumo para o sucesso. Da mesma forma, uma mentalidade pobre poderá estar te levando para o fracasso.

Acredito que você, assim como eu, busque o sucesso e uma mentalidade rica. Mas será que você sabe, realmente, se a sua mentalidade é rica? No artigo de hoje, vou te explicar sobre isso e muito mais. Uma mentalidade rica poderá ser alcançada, caso você aprenda do jeito certo a interpretar e administrar os seus recursos.

Rico X Pobre

Vale lembrar que não é uma regra, existem pessoas com uma mentalidade pobre que acabam ficando ricos, seja por diversos fatores, desde herança até sorte. O mesmo vale para pessoas que tem uma mentalidade rica, que por alguns infortúnios acabam não tendo o sucesso esperado.

Dito isso, no texto de hoje, não falaremos sobre as exceções, falaremos sobre a regra. Como a sua mentalidade pode definir o seu futuro, estar pobre é diferente de ser pobre, você pode não ser rico financeiramente ainda, mas possuir uma mentalidade rica, te ajudará a conquistar o sucesso financeiro.

Do mesmo jeito que estar rico é diferente de ser rico. Uma pessoa rica, mas com uma mentalidade pobre, pode pôr tudo a perder e sem ter uma mentalidade rica, não conseguirá se reerguer, ficando pobre devido a sua visão limitada.

É comum algumas pessoas esperarem melhorar de vida para começar a se preocupar com suas finanças, criando um círculo vicioso, onde ele não está melhorando justamente por não ter um planejamento adequado. 

Vou apresentar características de ambas as mentalidades e descobrir em qual você se encaixa. E de que forma é possível mudar a sua mentalidade, para conseguir uma mentalidade rica que trará muito sucesso.

Mentalidade rica X Mentalidade pobre

Vamos esquecer por um momento a sua situação financeira (e/ou de sua empresa, caso possua uma) e focar na sua abordagem financeira. Estamos falando sobre mentalidade, como já expliquei, ser e estar, rico ou pobre é uma questão não apenas norteada pelo seu dinheiro, mas sim pela forma que você vê questões financeiras.

O objetivo é que você descubra em qual mentalidade se encaixa e de que forma você pode melhorar sua abordagem. Vou trazer algumas perguntas:

A – Você é uma pessoa impulsiva (acha a razão algo chato e desmotivador)

B – Você tem controle do quanto você e/ou a sua empresa gasta?

C – Seus gastos estão relacionados apenas à realização pessoal (sem considerar sua atual situação)?

D – Você gasta mais do que ganha? Você tem dívidas que não consegue pagar?

E – Você possui um planejamento financeiro?

Vamos para as respostas!

A – Você é uma pessoa impulsiva (acha a razão algo chato e desmotivador)

Caso sua resposta seja sim, há grandes chances de você ter uma mentalidade pobre. Vale lembrar que tudo que estamos falando aqui é no sentido financeiro, ter um espírito aventureiro, não tornará a sua mentalidade pobre.

mentalidade rica

Agora, quando você troca de carro, sem pensar em como vai pagar simplesmente por impulso ou investe dinheiro da sua empresa sem analisar o que está fazendo, por achar que pode dar certo, isso tudo sem possuir um capital de giro e planejamento. São atitudes como essas, que tornam a sua mentalidade pobre.

Uma pessoa com mentalidade rica, tem suas vontades e desejos, mas busca uma forma real e racional de conseguir alcançar. A mentalidade rica é a mentalidade que passa por cima do impulso, para gastos elevados uma pessoa de mente rica, irá analisar todo o cenário, só irá fazer ou investir, caso tenha condições de pagar e se esse valor não irá comprometer todo o resto.

B – Você tem controle do quanto você e/ou a sua empresa gasta?

Se a sua resposta for não, você com certeza, não tem uma mentalidade rica. Não vou me alongar muito nesse ponto, por ser algo bastante óbvio. Se você não tem controle de quanto gasta na sua vida ou na sua empresa, você certamente está em uma corda bamba, que mais cedo ou mais tarde irá cair.

Ter o controle do quanto ganha e do quanto gastar é uma obrigação de todos que buscam ter mais sucesso. Se você não for um bilionário (em alguns casos, até se for), é um grande erro, gastar de uma forma que você não tenha a certeza, se irá poder pagar. Sem um controle é muito fácil se perder. 

Pode ter certeza que uma pessoa com mentalidade rica, terá a noção clara de seus recursos financeiros e ainda mais sobre as suas contas.

C – Seus gastos estão relacionados apenas à realização pessoal (sem considerar sua atual situação)?

Esse é um erro comum, achar que pessoas com mentalidade rica e que buscam enriquecer, não podem ir atrás dos seus sonhos, por se limitarem e serem “certinhas” demais.

Agora vamos analisar: a pessoa tem o sonho da casa própria, será mais fácil conseguir realizar tendo uma organização financeira e guardando o dinheiro necessário ou gastando todos os recursos, aproveitando a vida sem pensar nas consequências? 

É como na fábula da formiga e da cigarra, muitas vezes será necessário “sofrer” hoje para aproveitar depois, se você apenas aproveitar, as chances de sofrer depois são muito grandes. Essa simples história infantil tem muito a dizer sobre a mentalidade rica (formiga) e a mentalidade pobre (cigarra).

D – Você gasta mais do que ganha? Você tem dívidas que não consegue pagar?

Caso a sua resposta seja sim, para às duas, você não tem uma mentalidade rica. A única forma de enriquecer é ter mais dinheiro, isso é redundante. Porém, muitas pessoas não levam isso em conta. Se você está cheio de dívidas que não consegue pagar, não está nadando rumo a algo bom. 

Dívidas não significam uma mentalidade pobre, empréstimos e financiamentos, por exemplo, se bem aplicados e associados a uma condição financeira que permita pagar em dia, podem ser uma manobra para você ter sucesso na sua empresa e/ou conquistar a casa própria, entre outros.

E – Você possui um planejamento financeiro?

Uma pessoa com mentalidade rica leva o planejamento financeiro como sua “bíblia”. Pois, será através dele que tudo irá acontecer. Não existe “milagre” nesse ponto, tudo tem a ver com estudo, conhecimento e ações boas.

O planejamento financeiro pessoal garante que tudo fique certo nas questões ligadas à pessoa física. Geralmente pessoas com uma boa gestão financeira pessoal, são empreendedores com um planejamento financeiro sensacional.

Se a sua empresa está rumo à falência ou está pensando em fechar a sua empresa, o principal culpado será a falta de planejamento financeiro, que gerou um efeito de bola de neve, que dificilmente terá volta.

Isso não quer dizer que a mensalidade rica garante que tudo dê certo. Porém, uma mentalidade assim vai te dar ferramentas para evitar que problemas aconteçam e que caso ocorram, possua um plano B que possibilita superar isso sem sofrer fortes impactos. 

Tudo isso, só será garantido com um planejamento financeiro vindo de uma mentalidade rica. Então, caso não tenha um planejamento financeiro na sua vida ou empresa, sugiro fortemente que desenvolva um. Assim uma mentalidade mesmo que pobre, aos poucos será moldada para uma mentalidade rica.

Conclusão

No texto de hoje, apresentei as diferenças entre uma mentalidade rica e uma mentalidade pobre, trazendo questões para você descobrir em qual se encaixa. Além disso, trazendo dicas de como reverter esse quadro, caso sua mentalidade seja pobre. 

Buscar conhecimento será essencial. Para isso, vou recomendar dois artigos do blog com livros que irão te ajudar a mudar seu mindset para uma mentalidade empreendedora poderosa: 

Curtiu o conteúdo? Compartilhe nas suas redes sociais, até a próxima!

Categorias
Empreendedorismo Finanças

Entenda como usar seu FGTS para abrir sua empresa hoje mesmo!

Sabia que você pode sacar seu FGTS para abrir o próprio negócio? Descubra mais no texto de hoje!

Muitos enxergam o FGTS como uma forma de seguridade ou um valor para depois da aposentadoria. Porém, pessoas com espírito empreendedor e sem um grande valor de recurso inicial para seu negócio, podem usar dessa possibilidade, como uma forma de conseguir mais recursos e investir para abrir sua empresa.

No artigo de hoje vou trazer uma explicação de como é possível sacar seu FGTS para abrir sua empresa. Além disso, vou trazer dicas relevantes para você fazer isso do jeito certo.

Posso sacar meu FGTS para abrir minha empresa?

Sim, é possível. Existem diferentes tipos de saques além dos ligados a rescisão contratual, como por exemplo o de aniversário e para trabalhadores desempregados a mais de 3 anos. Sendo uma excelente maneira de dar vida ao seu empreendimento, de forma mais organizada e segura.

Você pode começar abrindo um MEI, e existem diversas áreas que cabem em uma microempresa individual, e que podem ajudar milhares de autônomos a formalizar e abrir sua empresa, tendo todos os benefícios de ser uma pessoa jurídica.

Dicas para quem pretende utilizar o FGTS para abrir uma empresa

Vou apresentar algumas dicas para você considerar na hora de decidir se utilizará o saque do FGTS ou não:

Não dependa apenas do valor do FGTS

Uma dica importante que você precisa seguir, é não depender unicamente do valor disponível no FGTS para abrir sua empresa. Esse valor deverá ser usado para completar os recursos que você já dispõe.

Abrir uma empresa, seja ela pequena ou grande, deve ter um processo de planejamento, para entender sobre o que é preciso para o empreendimento. O planejamento financeiro deverá ser feito antes de abri-la, para entender a real situação das finanças. Recomendo que tenha um capital de giro, para evitar problemas financeiros ao longo do tempo.

Por exemplo: você já possui o valor X (sendo X, um valor considerável) e precisa chegar ao valor Y, caso o FGTS represente esse valor que falta, será um bom momento para utilizar esse recurso. 

Valor disponível (para saque) de FGTS

O primeiro passo quando você planeja sacar o FGTS para abrir sua empresa, é saber o quanto de valor está disponível e quando você poderá sacar. Dessa forma, você terá como verificar se esse recurso será importante e se vale a pena ser sacado.

abrir sua empresa

Quando o assunto é empreender, ele deve ser feito da forma mais inteligente possível. Muitos pecam pela má administração dos recursos financeiros, para começar bem, faça sempre o possível para ser realista com valores. Caso precise de mais tempo para ter os recursos, não tenha pressa. Priorize sempre o planejamento.

Empreenda quando você tiver a certeza, que esse passo irá agregar na sua vida. Empreender é buscar liberdade, mas caso faça isso sem planejar ou pensar nas consequências, poderá estar jogando contra você mesmo.

Dito isso, caso o valor do FGTS seja o valor que faltava para você empreender, após ter considerado todos os fatores financeiros, aposte em você e empreenda. Abrir sua empresa, do jeito certo, trará muito sucesso para o empreendedor.

Conheça bem o mercado que pretende investir

Além de conhecer seus recursos e necessidades, será muito importante conhecer o mercado que pretende investir. Dessa forma, aposte em áreas que estão em alta, para ter mais chances de sucesso.

Considere também a experiência e conhecimento que você possui. Lembre sempre de abrir sua empresa em uma área que você tenha satisfação em trabalhar.

Empreender não é apenas sobre ganhar dinheiro, mas conquistar a liberdade financeira fazendo aquilo que agrega valor à sua vida (tanto profissional quanto pessoal).

Dica extra: economia com o aluguel

Pequenos empresários precisam ter cuidados extras com o gasto de dinheiro. Para isso, vou trazer uma excelente dica para quem pretende empreender e precisa de um escritório por menos de R$3,50 por dia. Sim, isso é possível, através do coworking.

A Smart Escritórios Inteligentes conta com coworkings (escritórios compartilhados) de extrema qualidade por um preço minúsculo. Sendo a economia a sua grande vantagem.

A economia não será apenas no aluguel, nos planos já estão inclusos: 

  • Serviço de recepção;
  • Internet de qualidade;
  • Manutenção;
  • Limpeza;
  • IPTU;
  • Energia elétrica;
  • Água, entre outros gastos comuns para manter um escritório. 

Existem planos que custam menos de R$3,50 ao dia, como é o caso do Plano Smart Fiscal por R$79,90/mês para quem precisa apenas de um endereço. Ou o Plano Smart Black que custa R$99,90/mês por TODOS os serviços Smart. Para os dois planos, você pode ganhar dois meses grátis se optar pelo plano anual. 

A Smart se localiza em sete endereços:

  • Asa Norte e Asa Sul em Brasília, 
  • Candelária em Natal, 
  • No Shopping Rio Poty em Teresina, 
  • Niterói e Jacarepaguá (Rio de Janeiro),
  • Berrini em São Paulo 

Quer saber mais? Clique aqui e descubra!

Com um serviço de coworking você terá um endereço (fiscal e comercial) para sua empresa, localizado em um endereço privilegiado. Além disso, terá a chance de networking com inúmeras empresas e profissionais, que possuem o empreendimento nesse mesmo endereço. Dentro de um escritório que atenda a sua necessidade. 

O próprio valor do FGTS, se utilizado para cobrir o aluguel, em um coworking poderá garantir anos para seu empreendimento. O escritório já está pronto, você não terá gastos extras com isso

Conclusão

No artigo de hoje trouxe uma “luz” acerca do saque do FGTS para abrir sua empresa. Mostrando que do jeito certo é uma excelente opção para futuros pequenos empresários. 

Vou apresentar uma lista de artigos para alguns profissionais independentes que têm a vontade de abrir sua empresa: 

Além disso, no blog existem inúmeros artigos sobre empreendedorismo, acompanhe!

Gostou? Não deixe de compartilhar nas suas redes sociais para que mais pessoas vejam.

Agradeço a leitura e nos vemos em breve.

Categorias
Administração Finanças

Aprenda a fazer um planejamento financeiro para MEI

Você é um microempreendedor individual, e está com dificuldades em criar um planejamento financeiro? O artigo de hoje é perfeito para você.

A condição de microempreendedor individual (MEI) veio para facilitar a criação de microempresas e formalizar profissionais independentes. Através disso, muitas pessoas puderam de uma forma menos burocrática, se tornarem empreendedores e ter seu próprio negócio.

Porém, números apontam que 5 em cada 10 microempreendedores individuais desistem dos seus negócios nos primeiros anos da empresa. Sendo a causa mais repetida, problemas financeiros causados pela falta de um planejamento financeiro adequado. 

Cuidar do planejamento financeiro vai garantir que tudo ocorra de maneira clara e organizada, trazendo assim um caminho de sucesso e crescimento para o MEI. 

Microempreendedores individuais, geralmente, não dispõe de um capital aplicável muito grande para sua empresa. Dessa forma, os cuidados com o planejamento financeiro devem ser redobrados, porque os erros serão punidos de uma maneira bem mais pesada que em empresas de maior porte.

No artigo de hoje, vou te mostrar os principais pontos, com os quais será possível criar um planejamento financeiro coeso e feito do jeito certo. Para os microempreendedores individuais terem uma base para conseguir buscar o sucesso, levando suas microempresas até os mais altos patamares.

Avalie sua situação financeira

O passo zero por trás do planejamento financeiro de um microempreendedor individual é estar por dentro da sua atual situação financeira. Todo o planejamento irá depender disso, dessa forma, cabe ao MEI avaliar e entender sua situação e o que é, e não é, possível.

Compreenda as finanças da sua empresa, para poder ter uma visão clara do que está acontecendo, ter os dados reais do que possui em caixa, se tem dívidas em atraso, quais são seus prazos, entre outros detalhes que afetam o financeiro. Para diagnosticar e criar estratégias para superar problemas financeiros da empresa.

Será muito importante para o MEI fazer um balanço patrimonial, para ter dados ainda mais completos sobre a sua situação atual.

Faça a separação entre as contas pessoais das contas da empresa

Muitos microempreendedores individuais acabam associando suas contas pessoais com as contas da empresa. Para que o planejamento comece do jeito certo, será necessário fazer essa separação.

Quando começar a organizar as finanças da empresa, já deixe de lado questões pessoais, tornando duas coisas bem separadas. Logo abaixo, falarei sobre capital de giro, algo que irá reforçar mais ainda a segurança financeira da sua empresa, sem ter que tocar no seu dinheiro que usa para sua vida pessoal.

Porque a partir do momento que você retira dinheiro da empresa para dívidas pessoais (contrário também vale), você poderá estar quebrando toda a organização do planejamento financeiro, além de criar uma bola de neve, que só tende a crescer. 

Tenha um salário

Mesmo como MEI, será necessário que você tenha um salário para você definido. Ter um salário seu, para resolver suas questões financeiras da pessoa física, irá garantir a sua liberdade financeira, para não precisar retirar dinheiro da sua empresa.

O salário deve ser pensado cuidadosamente para ser um valor justo e aplicável. No planejamento financeiro, chegue até um valor que comporte suas contas e lhe dê certo conforto. 

Seja realista, se estipular alto demais, pode faltar para a empresa, já se estipular muito baixo, pode te colocar em situações ruins. Quando chegar a um valor, vá testando para ver como está o andamento da MEI, caso esteja com o valor certo de salário, guarde o lucro da empresa, para ajudar no capital de giro ou para investimentos pontuais.

Receitas e despesas

De forma básica, no planejamento financeiro, será necessário que você (MEI) organize de forma a categorizar as receitas e as despesas (sendo elas, fixas e/ou variáveis) da sua microempresa.

Através de categorias será possível entender de uma forma clara e objetiva onde os recursos da sua empresa estão sendo empregados e de onde estão vindo.

Quando se inicia uma micro empresa pode criar a ilusão que não será necessário acompanhar tanto de perto o andamento das entradas e saídas. Porém, isso está longe de ser verdade. 

É claro, que uma MEI tem menos detalhes que uma empresa grande, porém, empresas grandes têm setores inteiros para cuidar do financeiro, enquanto no MEI tudo ficará a seu cargo (ou caso tenha mais um colaborador, que o número máximo de funcionários que uma microempresa individual pode ter).

Não caia na armadilha de achar que planejamento e organização de um MEI é simples e que pode ser colocado como não prioritário. Planeje tudo e organize receitas e despesas em categorias claras. Dessa forma, o planejamento financeiro terá sentido e poderá ser aplicado.

Tenha um capital de giro adequado

O capital de giro é algo tão importante que deve ser tratado como regra no planejamento financeiro. Para quem não está familiarizado, o capital de giro é uma reserva financeira que irá garantir que o empreendedor mantenha a empresa ativa, mesmo em circunstâncias desfavoráveis.

Em momentos de crise, como a pandemia de COVID-19, evidenciou-se a importância de ter o capital de giro para gerar uma sobrevida importante para qualquer empreendimento.

O MEI deve se preocupar ainda mais em ter um capital de giro. Quando pensamos em microempresas que estão começando, o capital de giro pode manter a empresa ativa, até ela conseguir andar com as próprias pernas. E servir como uma proteção em momentos de dificuldade.

Esse valor não terá que ser um valor milionário, ainda mais para MEI, porém considere os gastos mensais da empresa e outros valores que terão urgência de serem mantidos pagos em dias, para que a empresa funcione e possa se erguer (ou reerguer, dependendo da situação).

Organize o fluxo de caixa

planejamento financeiro

Para que a sua microempresa tenha um bom planejamento financeiro, será preciso controlar muito bem o fluxo de caixa do empreendimento. Tenho os dados atualizados sobre entradas e saídas, além de fazer uma projeção do fluxo de caixa, para curto, médio e longo prazo.

Um fluxo de caixa desorganizado pode mascarar discrepâncias tanto para mais, quanto para menos. Dessa forma, é possível que dados reais não estejam sendo empregados para o planejamento financeiro.

Tenha cuidado em manter o fluxo de caixa fidedigno com a realidade, para o seu empreendimento funcionar e trazer resultados reais.

Tenha objetivos financeiros definidos

Outro ponto muito interessante para que o planejamento financeiro seja empregado de forma otimizada, é ter um objetivo financeiro para seu negócio. Dessa forma, será mais fácil traçar metas e entender se o desenvolvimento está ocorrendo na programação correta.

Ter um objetivo financeiro definido no planejamento financeiro, fará com que as estratégias  e investimentos sigam na direção mais próxima do objetivo final. Norteando erros e acertos, que serão fundamentais para chegar até ao que foi definido inicialmente.

É importante entender que o objetivo deve ser real e aplicável no ramo de mercado que sua empresa está inserida.

Esteja sempre no controle do desempenho financeiro

O planejamento financeiro vai ser a receita por trás de toda a organização dos recursos financeiros da empresa. Dessa forma, seguindo o que foi passado, o planejamento financeiro será executado da melhor forma.

Porém, para que esse planejamento financeiro funcione totalmente, será necessário que tenha um acompanhamento do desempenho financeiro da empresa.  Através da análise de dados e de medidores importantes será possível entender como está o andamento do dinheiro.

Surpresas podem acontecer, mas esteja sempre preparado para saber em primeira mão e lidar com elas do jeito certo. Sem causar um impacto negativo significativo no seu pequeno negócio.

Mesmo que pareça mais simples cuidar de um MEI, é necessário ter todos os cuidados, e acompanhar se o planejamento financeiro está seguindo o seu curso, para que pequenos erros não coloquem tudo a perder.

Importante: como MEI, você será o grande responsável pelo fracasso ou sucesso do seu negócio. Dessa forma, esteja preparado e sempre busque novas formas de evoluir como empreendedor, para que isso reflita em sua empresa. O planejamento financeiro é uma ferramenta poderosa, utilize-a no seu máximo e veja por si só, os excelentes resultados.

Conclusão 

No artigo de hoje, trouxe excelentes dicas de como aplicar o planejamento financeiro para microempresas individuais. Evidenciando pontos importantes e trazendo uma parte teórica bastante esclarecedora. Aplicando tudo que foi trazido aqui, o microempreendedor individual estará cada vez mais próximo de fazer a sua empresa crescer.

Como ressaltei no início do texto, metade dos microempreendedores encerram suas empresas logo nos primeiros anos. Através do conteúdo desse texto, você poderá evitar que isso ocorra.

Esse não é o primeiro artigo sobre planejamento (financeiro e outros), vou listar mais três textos que serviram de complemento para este: 

Recomendo também a leitura do livro “O Empreendedor Smart”, que vai ajudar você a empreender da maneira mais inteligente possível, com inúmeros exemplos práticos e conteúdos muito relevantes sobre o tema.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com seus amigos nas redes sociais e seus grupos do WhatsApp.

Agradeço a sua leitura e nos vemos em breve.

Categorias
Empreendedorismo Finanças

Guia Completo de Gestão Financeira para pequenos negócios

Procurando um guia completo para nortear a gestão financeira da sua empresa? Você veio ao lugar certo!

A gestão financeira de qualidade é o que vai garantir a uma pequena empresa que ela cresça e se desenvolva. Será através de um trabalho elaborado com experiência e conhecimento, que a gestão financeira se tornará uma poderosa ferramenta de organização e crescimento.

Muito se fala internet afora sobre gestão financeira, possivelmente, não é o primeiro conteúdo que você vê sobre esse tema, mas vou tentar ser o mais claro possível, para ajudar você e seu empreendimento a desenvolver-se cada vez mais. 

No artigo de hoje, vou trazer um guia completo para aplicar a gestão financeira da melhor forma, na sua empresa.

Guia de Gestão Financeira

O objetivo desses itens é facilitar o entendimento dos empreendedores e gestores sobre gestão financeira, trazendo dicas úteis e totalmente aplicáveis em qualquer pequeno empreendimento, para gerir da maneira correta, desde o início. 

Separar as contas pessoais das contas da empresa (e vice-versa)

Vou começar por algo que deveria ser uma regra em qualquer empreendimento (algo que sempre tive muito claro em minhas empresas), que é a separação das contas entre a sua empresa e a sua vida pessoal.

Muitas pequenas empresas, na pessoa do seu empreendedor, acabam tendo essa associação de contas por um bom tempo. Algumas continuam até quando a empresa já possui algum desenvolvimento. 

Dessa forma, quanto antes você fizer essa separação, melhor será para  poder começar a organizar uma gestão financeira otimizada para o seu empreendimento.

Aplicar uma gestão financeira é eliminar tudo que esteja em desacordo e de alguma forma esteja atrapalhando a organização da empresa. 

A partir do momento que você começa a retirar dinheiro da empresa para pagar suas dívidas ou o contrário, pode ser um caminho sem volta, criando um déficit em um dos lados (ou até mesmo nos dois).

Vale ressaltar que não estou falando de investir seu dinheiro para abrir sua empresa ou de ter um salário. Investir no seu sonho será fundamental, da mesma forma que ter um salário dentro do seu empreendimento irá fazer você ter a liberdade financeira para não precisar retirar dinheiro da sua empresa para questões pessoais.

O mesmo vale para o cartão de crédito corporativo, que  deverá ser usado para assuntos relacionados à empresa. Ainda que seja um processo lento e burocrático, ter um cartão de crédito corporativo será fundamental. 

Nunca use o seu cartão de crédito pessoal para contas da empresa (o contrário também é válido). 

Tenha um responsável para cuidar do financeiro da sua empresa

gestão financeira

Outra situação (não vou chamar de erro, porque em muitos casos não é) muito comum em pequenos empreendimentos, é do próprio empreendedor cuidar de toda a gestão financeira. 

Em muitos casos, se o gestor for capaz e tiver a expertise necessária, isso não será um problema, muito pelo contrário. Será excelente ter um empreendedor focado em organizar sua empresa da melhor forma.

O que não pode ocorrer, é se essa manobra for pensada apenas no fator: não gastar com mais um funcionário. Tenha a certeza, que caso você (ou quem estiver cuidando) não seja um especialista em gestão financeira, a melhor escolha será contratar um colaborador com essa qualidade. 

Garantindo um controle preciso da gestão financeira e executado por um profissional com a experiência e conhecimentos necessários.

Controle de despesas e fluxo de caixa

Já nas medidas de gestão financeira aplicadas na organização, será extremamente necessário que tenha um controle, separação e organização de todas as despesas. Além de um controle rigoroso com entradas e saídas, através do fluxo de caixa.

Dessa forma, a sua empresa terá um controle elaborado de tudo que precisa pagar (no curto, médio e longo prazo), facilitando a previsão e organização dos recursos necessários.

Já um fluxo de caixa bem organizado, vai trazer dados reais para que a gestão financeira consiga organizar da melhor forma. O ideal é que esse controle seja fidedigno, garantindo informações verdadeiras. Fechar o caixa com “mais” não significa que a sua empresa teve lucro, mas que o fluxo foi feito de forma errada (fique atento!)

Definição de prioridades

Para que a sua empresa tenha uma boa gestão financeira, não será necessário apenas controlar as despesas, mas sim definir o grau de importância de cada uma. Em um mundo ideal, a sua empresa lucraria muito e conseguiria cobrir todas as contas, tendo um lucro excelente. 

Porém, como você já deve saber, pequenas empresas costumam ter dificuldades para crescer. E isso é normal, não tem nenhum problema começar de baixo, o caminho até o topo será bastante recompensador.

Dito isso, cabe ao gestor financeiro definir as contas que fazem a empresa funcionar e torná-las prioridades. Tendo todo o cuidado para nunca deixá-las em atrasos longos e nem criar uma “bola de neve” com elas.

Algumas contas podem ser renegociadas e até mesmo parceladas, o ideal seria não precisar recorrer a isso, mas caso necessário, será uma boa saída temporária. 

Corte de custos e redução de despesas

Isso é um ponto que sempre trago quando o assunto é elevar o nível da sua forma de empreender. Que é o corte de custos e despesas. Sendo tão importante quanto vender mais.

Quando a sua empresa deixa de gastar com algo que não tem necessidade, ela está otimizando seus processos e tendo mais dinheiro para utilizar de uma forma necessária.

Alguns gastos tidos como irrelevantes, quando juntos podem somar uma parcela grande de valores investidos. Isso não significa cortar custos apenas por cortar, isso será muito danoso para qualquer gestão. 

Cortar e reduzir gastos apenas do que for possível. Uma boa gestão financeira será capaz de enxergar o que está gerando gastos desnecessários e irá conseguir traçar planos para eliminar ou pelo menos reduzir esse gasto.

Negociações, descontos e mais prazos 

Tão importante quanto cortar gastos, é negociar com seus fornecedores e credores, obtendo descontos ou na pior das hipóteses um prazo maior. 

É muito importante que você saiba que a sua empresa é importante para seus fornecedores. É do seu dinheiro (e de outros clientes) que sai o dinheiro deles.

Através disso, não deixe de negociar com eles. Em momentos ruins de dinheiro, toda ajuda é bem-vinda, trazendo um “gás” novo para o seu empreendimento. 

O mesmo vale para empréstimos e financiamentos. Caberá à gestão financeira encontrar valores justos que a empresa possa pagar. 

Bancos e financeiras costumam cobrar juros salgados, recorra a isso, apenas se for de extrema urgência e necessidade, de uma forma que não afunde a sua empresa, criando um caminho sem volta.

Capital de Giro

Falta de dinheiro é um tema recorrente em pequenas empresas, infelizmente. Sendo ainda mais agravado em momentos de crise, como o que estamos passando com a pandemia. 

Para não ser preciso recorrer a bancos e financeiras (já mostrei o perigo que é entrar nesse caminho), a melhor estratégia de gestão financeira é ter um capital de giro. 

Ele será excelente para o crescimento da sua empresa, possibilitando investimentos e garantindo uma sobrevida em momentos de dificuldade que praticamente todos os empreendimentos já passaram.

O ideal é juntar um bom montante de capital antes mesmo de dar vida ao empreendimento, para já começar com o pé direito. Esse valor não precisa ser um valor gigantesco, mas um valor que consiga segurar as pontas, caso necessário.

Estratégias e ações 

Muitas vezes os gestores fazem verdadeiros malabarismos para superar um momento de dificuldade. Acredito que são nas estratégias e ações que os bons gestores se destacam.

É mais fácil administrar os recursos com tudo funcionando a 100%, porém como já frisei, não é a realidade da maioria dos empreendimentos, principalmente das pequenas empresas.

Cabe a gestão financeira (e demais setores também), criarem estratégias para vender mais, aplicar descontos, conquistar mais clientes, entre outras estratégias. Tudo isso aliado a uma boa gestão, trará resultados excelentes. 

Imagine se a sua empresa cortar todos os gastos desnecessários e conseguir (através de ações elaboradas) vender mais, o lucro será muito maior. São essas medidas que farão a sua empresa se destacar e superar a concorrência.

Conclusão

No artigo de hoje, trouxe um guia completo e extremamente elaborado para você e sua empresa. Aplicando tudo que foi trazido aqui você colocará a sua empresa nos trilhos do crescimento.

Esse não é o primeiro artigo, sobre o tema, vou listar mais três textos que serviram como complemento para este: 

Nosso blog também fala de todos os assuntos relacionados a empreender, dessa forma, continue acompanhando. Nossas atualizações são diárias com textos selecionados para você e sua empresa se desenvolverem.

Recomendo também a leitura do livro “O Empreendedor Smart”, que vai ajudar você a empreender da maneira mais inteligente possível, com inúmeros exemplos práticos e conteúdos muito relevantes sobre o tema.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com seus amigos nas redes sociais e seus grupos do WhatsApp.

Agradeço a sua leitura e nos vemos em breve.

Categorias
Finanças

Veja como é fácil organizar as finanças do seu negócio com esse método (em 8 passos)

Tendo dificuldades em organizar as finanças da sua empresa? No artigo de hoje, vamos mostrar um método que vai te ajudar com esse problema.

Um dos assuntos que mais damos importância nesse blog, é sobre as questões financeiras. Muitos empreendedores (e futuros empreendedores) de pequenas e até médias empresas, encontram muitas dificuldades em organizar as finanças.

Esse é um dos pontos onde o gestor não pode errar. Quando falamos de dinheiro, fica claro que empreendedores devem saber como administrá-lo da melhor forma. Será através dele que a empresa irá se manter na busca por seus objetivos, poderá pagar suas contas, os salários dos colaboradores, entre outros.

Trouxe um método em 8 partes, extremamente eficiente que vai fazer a sua empresa evoluir muito com as questões financeiras. Você vai descobrir que não existe “segredo” em administrar o financeiro do seu negócio, apenas seguindo nossas dicas, a sua empresa já encontrará uma “luz”.

Método de organizar as finanças

Para ficar mais claro e didático, vou dividir esse método em partes, evidenciando com detalhes a melhor forma de organizar as suas finanças. Assim você pode descobrir se sua empresa está fazendo algo errado ou se não está aproveitando ao máximo as formas de gerir os seus recursos financeiros.

Parte 1: Separe as contas pessoais das contas da empresa

Vamos começar por um ponto que é muito negligenciado (principalmente) em pequenas empresas, que é não dividir as contas da empresa das suas pessoais. Dessa forma, sem essa separação, será muito difícil organizar as finanças.

Aprenda a separar a pessoa física da pessoa jurídica, assim você poderá cuidar em separado de cada uma. Não deixe que as contas da empresa interfiram no seu dia a dia fora dela, e nem utilize o dinheiro voltado para você pagar as contas do seu empreendimento. 

O que recomendamos para todo empreendedor é que ele tenha seu próprio salário. Com isso, essa separação será mais clara e objetiva.  

Parte 2: Crie um orçamento empresarial

Ter um orçamento empresarial vai garantir um controle total sobre o financeiro da empresa. Assim como em uma receita de bolo, saber as quantidades exatas de cada ingrediente (valor destinado para cada área) vai garantir um resultado “doce”. 

É no orçamento empresarial que se define quanto valor será redirecionado para cada área, com isso a empresa terá controle de quanto (e quando) será necessário. 

Separando assim os tipos de contas, como por exemplo, valor destinado a pagamento de fornecedores, valor para os salários dos colaboradores, valor voltado para investimentos, entre outros.

Parte 3: Controle o fluxo de caixa

Registrar de forma precisa as entradas e saídas de dinheiro do caixa da empresa, será fundamental para a organização. Com esse controle será possível controlar a origem e destino dos recursos financeiros.

Além disso, será possível ter um caixa projetado, considerando os recebimentos a curto, médio e longo prazo. Controlar o fluxo de caixa de maneira eficiente, irá possibilitar ao empreendedor gerir os seus recursos de uma forma organizada e verdadeira.

Parte 4: Capital de giro

Será muito importante que a empresa tenha um capital de giro, para momentos onde não existam entradas de dinheiro. Garantindo uma saúde financeira para a empresa. O ideal é que a empresa tenha um capital de giro próprio, evitando recorrer a empréstimos para sanar suas dívidas. 

A não organização das finanças vai dificultar e muito o capital de giro. Imprevistos ocorrem em qualquer empresa, infelizmente mesmo fazendo tudo certo, ainda assim problemas acontecem. 

Uma das formas de garantir que isso não afete a saúde da empresa é ter um capital de giro. Sempre tenha uma “gordura” para queimar. Temos um artigo excelente sobre capital de giro, que além do capital de giro próprio, você vai descobrir outras formas e com elas fugir de empréstimos a juros abusivos.

Parte 5: Tenha certeza de estar acompanhando de perto as finanças (e outros setores da empresa)

Criar formas de controlar o dinheiro será excelente, porém será necessário fazer um acompanhamento preciso, evitando surpresas desagradáveis. Na gestão financeira, utilize o máximo de indicadores e análise de dados para estar (definitivamente) no controle. 

Esses dados vão além de apenas acompanhar informações sobre o setor financeiro, outros setores podem ter um impacto muito grande nesse sentido, como por exemplo, o controle de estoque e a projeções de vendas trazem dados que são muito relevantes para projeções, acompanhamento e organização das finanças.

Parte 6: Busque reduzir os custos

A economia de dinheiro trará mais dinheiro para a empresa, isso é simples. Dessa forma, cabe a gestão identificar e corrigir gastos desnecessários. As grandes empresas tiveram sucesso, pois aprenderam a gerir seus recursos da melhor forma.

Otimizar os gastos irá garantir muito mais dinheiro para investimentos, para ter um capital de giro mais robusto e até para sanar antigas dívidas. Cabe também ao gestor encontrar alternativas mais baratas (sem esquecer da qualidade) para as necessidades da empresa. 

Mover parte ou a empresa inteira para o coworking, por exemplo, irá garantir uma economia gigante no aluguel. Negociar com fornecedores para descontos e prazos maiores, também é uma excelente maneira de economizar. Além de tomar muito cuidado com gastos tidos como pequenos e irrelevantes, na somatória final, eles podem significar cifras relevantes.

Parte 7: Invista de forma planejada

Investimentos são escolhas excelentes para uma empresa crescer, mas não é pode isso que eles devem ser feitos de “qualquer” forma. Fazer investimentos sem um planejamento adequado pode desorganizar totalmente as finanças de qualquer empresa.

Os investimentos devem ser feitos, levando em conta fatores como: situação financeira da empresa e projeções financeiras sobre o futuro da empresa. Apenas após uma análise detalhada é que a empresa deve decidir se é a hora certa de investir, e o mais importante, se está investindo seus recursos no lugar certo.

Parte 8: Tecnologia

Quando falamos em organização de dinheiro, muitos novos empreendedores logo imaginam planilhas de Excel (ou outro programa semelhante) com números e tabelas como sendo uma forma precisa de controlar e organizar suas finanças.

Embora seja um método bastante barato, pode não ser a melhor opção para administrar seu dinheiro e empresa. Existem cada vez mais, programas voltados para atender as necessidades das empresas, os mais completos já englobam o controle financeiro com todos os mecanismos de gestão.

Aposte em um programa que irá ajudar você (ou quem cuidar do financeiro da empresa) a ter um controle total de tudo que foi mostrado neste artigo. Garantindo uma economia de tempo, dados precisos e relevantes sobre seu empreendimento.

Organizar uma empresa será muito mais fácil com um programa automatizando os lançamentos e controles, além de garantir informações atualizadas na hora que a gestão precisar analisar os dados.

Conclusão

Agora que explicamos esse método, aplique em seu empreendimento e veja como é simples organizar as suas finanças seguindo nossas dicas. Com as finanças bem administradas e com saúde financeira, será muito mais simples para a empresa se desenvolver e crescer cada vez mais.

Para mais artigos sobre finanças e empreendedorismo, continue acompanhando nosso blog. Além disso, recomendamos que se inscreva no nosso canal no YouTube, temos excelentes vídeos para empreendedores e para quem busca empreender.

Compartilhe esse artigo em suas redes sociais, para levar informação para mais pessoas. Nos vemos em breve!