SMART NITERÓI: Estudo mostra que 30% das empresas devem manter home office após a pandemia

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O home office foi uma solução de emergência para várias empresas durante a pandemia, mas parece que a nova modalidade de trabalho veio para ficar. 

Algo inesperado vem surpreendendo a humanidade desde o ano passado. Um vírus parou o mundo, e fez países inteiros suspenderem várias atividades econômicas.

A pandemia da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, trouxe à tona, novamente, a vulnerabilidade humana. 

Um vírus microscópico parou várias corporações e causou dificuldades econômicas para famílias e para grandes nações.

Quando começaram a chegar as notícias dos primeiros contágios na região de Wuhan, na China, tudo parecia ser muito longínquo, e até mesmo pensamos que aquilo não cruzaria céus e mares e chegaria até nós.

Já em fevereiro, acompanhamos com maior cautela as notícias da lamentável situação que a Itália teve que enfrentar. 

Mas em um mundo interconectado, não são somente as notícias que chegam rápido. No Brasil, no final de fevereiro e começo de março começaram a sair as notícias dos primeiros infectados pelo vírus.

A partir daí palavras como lockdown, quarentena e isolamento social passaram a fazer parte do nosso vocabulário, e álcool em gel e máscara, do nosso cotidiano.

Home office

As medidas de isolamento social, que visavam diminuir o índice de contágios, impôs, em alguns lugares, rigorosos controles de circulação de pessoas.

Apenas os serviços essenciais podiam funcionar, e muita gente teve que ficar em casa.

Com isso, outra palavra começou a aparecer cada vez mais constantemente nas redes e nos demais meios de comunicação.

home office

O home office foi a solução adotada por empresas de todo o mundo para que seus funcionários continuassem trabalhando em suas próprias casas.

Grandes empresas e até mesmo instituições do Estado passaram a fechar seus escritórios e organizar todo, ou grande parte, do trabalho de maneira remota.

Para tal, as ferramentas de videochamadas passaram a ser essenciais, e o Zoom, Meet ou Skype substituíram, muitas vezes, as agendas e as canetas.

Por um lado, as empresas economizaram por já não terem gastos relacionados à manutenção mensal dos escritórios; por outro, os investimentos passaram a ser para a aquisição de serviços que possibilitassem o trabalho remoto e para oferecer treinamentos para os profissionais.

No começo muitos trabalhadores consideravam que se tratava de algo temporário, e que, com a chegada da vacina, o trabalho voltaria ao normal, e os escritórios estariam novamente ocupados.

Porém, muitas empresas notaram as vantagens da modalidade de trabalho virtual, e passaram a considerar a possibilidade de mantê-lo. 

Curiosamente, gestores compreenderam, por exemplo, – graças à crise – que muitas viagens a trabalho podiam facilmente ser substituídas por encontros virtuais, e a economia é considerável. 

Investimento em segurança da informação

Uma pesquisa realizada em junho do ano passado conversou com diretores de 17 países que trabalham com tecnologia da informação. Ainda 400 entidades públicas e privadas foram ouvidas.

Os gestores mencionaram que as empresas viram muitos benefícios no home office, mas também notaram o aumento de tentativas de ataques cibernéticos.

Os resultados mostraram que 90% das empresas planejam aumentar os investimentos em segurança virtual. Alguns falam em mais de 250 mil dólares nos próximos dois anos. 

Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil e VP de Cloud para a América Latina, disse que “não só o investimento em tecnologia é fundamental para manter os dados seguros, mas também o treinamento e a conscientização constante de todos os funcionários”.

Futuro

Para o futuro, possivelmente os antigos modelos de escritórios pouco funcionais, e cujo custo de manutenção era altíssimo, devem ficar para trás. 

Embora algumas empresas mantenham o modelo, é estimado que muitas  optem pelo home office de maneira definitiva.

Além disso, surge também outra opção. É o chamado coworking, que vem ganhando espaço no Brasil. 

Na modalidade, escritórios são compartilhados por empresas, o que diminui os custos. 

Com a modalidade, torna-se possível, por exemplo, o aluguel de salas por hora, representando assim uma considerável economia, pois os espaços comuns de trabalho poderão ser utilizados esporadicamente com a continuidade do home office. 

A Smart traz as melhores opções de escritórios inteligentes e ajuda as empresas que buscam espaços funcionais para operar.

O coworking é uma boa opção ainda para profissionais de marketing, que necessitam espaços confortáveis de trabalho onde possam intercambiar ideias e exercitar a criatividade.

Conclusão

A crise causada pela pandemia do Coronavírus obrigou várias empresas a interromper o funcionamento normal. 

A solução encontrada por muitas foi o home office. A nova modalidade permitiu que profissionais continuassem trabalhando desde suas casas.

Para o futuro, provavelmente o modelo usado por anos, de escritórios amplos,  com custos operacionais altos e, algumas vezes, com poucos resultados, deve ficar para trás.

O home office deve ganhar cada vez mais campo.

Mas, quando a vida social possa voltar medianamente ao normal, algumas empresas necessitarão de espaços para uso coletivo. Aí entra o coworking. 

A modalidade permite o compartilhamento de escritórios entre várias empresas, o que possibilita a interação entre profissionais e também a economia administrativa, já que, por exemplo, torna-se possível que mais de uma empresa alugue o mesmo escritório.

Saulo Da Rós

Saulo Da Rós

Saulo Da Rós é Autor do Método O Empreendedor Smart, CEO e Founder do Coworking SMART. Pós-graduado em Planejamento e Gestão pela Universidade Federal do Paraná – UFPR e Master Coach FEBRACIS. Criador do Método Empresa Smart, ensina um passo a passo detalhado e comprovado para reduzir os custos e a burocracia dos negócios de seus clientes.
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