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Copa e produtividade: como os empreendedores podem lidar com essa relação?

A Copa do Mundo chegou e, em um ano que já tinha a produtividade comprometida devido à quantidade de feriados e ao período eleitoral, a preocupação dos empreendedores se intensificou. A principal pergunta é: como manter a equipe motivada durante este período, mas sem prejudicar as operações?

De fato, não existe uma resposta simples para essa questão. Depende do tipo de empresa, do modelo de contratação dos funcionários e inclusive das demandas impostas pelo mercado específico e seus clientes. Ou seja, se você possui um comércio, dificilmente poderá parar as atividades durante os jogos do Brasil. Agora, se o trabalho acontece em escritório, será praticamente impossível manter as operações nessas horas.

Neste artigo, listamos algumas medidas que podem ser tomadas pelo empreendedor e pelo setor de Recursos Humanos para minimizar as perdas e, ainda, garantir que os colaboradores possam acompanhar a paixão nacional que é o futebol.

1.Banco de horas, jornada alternativa ou home office

Uma vez que os jogos acontecem em horários comerciais, pela manhã e início da tarde, não há jeito, em alguns momentos será preciso liberar os colaboradores para assistirem às partidas com a família ou com os amigos. O que a maioria das empresas tem feito para minimizar o impacto nas atividades é buscar alternativas para não impactar no volume das entregas.

Entre elas, utilizar o banco de horas é uma boa saída. Assim, o colaborador pode compensar os dias em que precisou ficar até mais tarde, por exemplo. Outra opção é fazer jornadas alternativas para os dias em que os jogos acontecem mais cedo. No caso das partidas de 9h, é possível que o horário de trabalho comece 12h, estendendo-se um pouco mais se o sindicato permitir. Por último, o trabalho remoto por meio do home office é também uma excelente opção!

2. Engajar os colaboradores na própria empresa

Para muitos negócios, entretanto, liberar os funcionários em todos os jogos não é uma opção viável. Nestas horas, não resta opção além de torcer junto. Uma boa saída é preparar um espaço para assistir aos jogos, com telão, decoração e comidinhas.

Desta forma, pelo menos durante as 2 horas de partida, os colaboradores podem fazer uma pausa e participar de todo este clima de Copa. Não se esqueça, é claro, de preparar uma boa comunicação interna para engajar a todos na torcida!

3. Aceitar que este não será o melhor momento para produzir

Infelizmente, por mais que a empresa demande produtividade neste momento de economia fragilizada, este não será um momento de máxima eficiência dos colaboradores. Com a internet na palma da mão pelos smartphones, nada impede que eles estejam sentados em seu posto no escritório, mas sem trabalhar de fato.

Por isso, aceitar que este não será necessariamente o mês mais produtivo do ano pode ajudar a planejar os demais para correr atrás do prejuízo. É fundamental que a equipe saiba disso também. Você como empregador faz concessões em um momento no qual todos estão com a cabeça na Copa, mas espera dedicação par compensar os resultados nos próximos meses.

Ter isso claro em formas de metas e entregáveis irá auxiliar, inclusive, que durante este período os horários além dos jogos do Brasil sejam usados em sua máxima eficiência!

Planejamento é chave!

Ao contrário de momentos nos quais a produtividade é afetada de forma inesperada, a Copa do Mundo costuma parar o Brasil de quatro em quatro anos, sempre na mesma época. Como empreendedor, seu planejamento deve considerar este fato. Talvez, até mesmo, para capitalizar em cima desse fator, com promoções para os clientes, campanhas de incentivo para os funcionários ou ações de engajamento e motivação. Assim, o risco é reduzido e mitigado para garantir resultados alcançados dentro da meta do ano!

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Trabalhar como coach: dicas para abrir sua empresa

A oportunidade de trabalhar como coach, sem dúvidas, é um sólido caminho profissional que se apresentou nos últimos anos. Este mercado não para de crescer, principalmente para aqueles que encontram nichos específicos de mercado, trabalham bem sua marca pessoal e continuam se atualizando continuamente em relação a técnicas e ferramentas.

Mas, de nada adianta construir uma brilhante carreira como coach se você não tiver cuidado de um ponto muito importante: abrir sua empresa. Tem dúvidas sobre este processo? Continue lendo o artigo!

Por que abrir empresa como coach?

Em primeiro lugar, cabe dizer que você não é obrigado a abrir empresa para trabalhar como coach, podendo se registrar na Prefeitura de sua cidade como autônomo. Neste caso, você fica habilitado a emitir recibos para seus clientes e paga como impostos o IRPF e o INSS.

Na maioria das vezes, porém, o melhor é de fato abrir uma empresa, atuando como Pessoa Jurídica. Assim, você pode trabalhar de forma totalmente legalizada e, muitas vezes, inclusive, pagar menos impostos! As vantagens de ter um CNPJ também são acesso a linhas de crédito específicas e, é claro, a oportunidade de oferecer serviços para empresas emitindo nota fiscal.

Formalização para trabalhar como coach

Se você está seguro de que a carreira como coach é o caminho profissional e empreendedor que deve seguir, não há dúvidas de que abrir uma empresa é uma excelente opção. Confira abaixo as principais dicas para conduzir este processo com segurança!

1. Consulte um contador

Em primeiro lugar, vale lembrar que existem especialistas na abertura de empresas: os contadores. Esses profissionais poderão ajudá-lo a passar por todas as burocracias envolvidas no processo e também a identificar as melhores oportunidades de enquadramento fiscal e tributário.

Além disso, se você abrir empresa como MEI, existem contadores e escritórios de contabilidade que prestam esse serviço gratuitamente, por meio da Rede Contadores do Bem.

2. Escolha o tipo de empresa e o CNAE

Com ajuda de um contador, as decisões iniciais que você deve tomar são o tipo de empresa e o seu CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Em relação ao primeiro ponto, existem duas opções principais: MEI (Microempreendedor Individual) e ME (Micro Empresa).

As principais diferenças entre elas são em relação ao faturamento e à carga tributária. Como MEI, você tem um teto de faturamento anual de R$ 81 mil, mas paga impostos unificados em torno de R$ 50 por mês. Já como ME, seu limite de ganhos aumenta, mas você passa a pagar impostos sob as notas fiscais que emitir, em uma porcentagem que varia de acordo com seu CNAE.

Já que falamos em CNAE, existem diferentes possibilidades de enquadramento para quem quer trabalhar como coach. O ideal é escolher a atividade econômica junto com o contador, pensando também no ramo em que vai atuar (life ou business coach, por exemplo).

3. Defina seu local de atuação

Profissionalizando-se como coach, você precisará também de um lugar para atender seus clientes, preferencialmente que não seja a sua própria casa. O ideal é buscar opções de locação de salas sob demanda, uma vez que no início você provavelmente não terá demanda para atender em todas as horas úteis do dia, não compensando a manutenção de um escritório próprio.

Além disso, você precisará de um endereço fiscal e comercial para a abertura da sua empresa. O que recomendamos para negócios sem funcionários e sem necessidade de sede física permanente é buscar algum plano de escritório virtual, que garante economia e, ao mesmo tempo, cumprimento a todas as exigências quanto a alvarás e licenças.

4. Certifique-se de todas as exigências do seu Município

Já que falamos em alvarás e licenças, é importante que saiba que cada Município possui sua própria legislação em relação a pontos como normas mínimas para atuação, localização de empresas, entre outros. É fundamental que, nesta etapa inicial do seu negócio, você certifique-se de que está cumprindo todas as exigências e que não correrá nenhum risco de multa no futuro. Mais uma vez, a figura do contador é essencial para apoiá-lo.

5. Foque no seu plano de negócio

Depois de cumprir os passos acima e durante o encaminhamento da abertura de sua empresa junto aos órgãos responsáveis, não se esqueça de outro elemento para o seu sucesso como coach: construir um plano de negócio e se manter fiel a ele. O planejamento é uma habilidade fundamental aos empreendedores e, para que sua empresa não fique a mercê do futuro, você deve traçar objetivos, metas e ações a serem realizadas em curto, médio e longo prazo.

Já está pronto para trabalhar como coach?

Neste artigo, apresentamos algumas informações importantes para você começar a trabalhar como coach de forma mais profissional, abrindo a sua empresa. É claro, um processo complexo e burocrático como este não acaba por aqui. Estude muito bem o mercado e suas oportunidades, planeje sua entrada no segmento e tenha certeza de que está seguindo de forma legalizada, minimizando qualquer risco para o futuro. Não se esqueça, ainda, que como coach você precisa constantemente se renovar e atualizar profissionalmente, garantindo a competitividade do seu nome em um mercado cada vez mais acirrado!

Quer mais dicas para abrir e gerenciar seu negócio? Acompanhe o blog da Smart Escritórios Inteligentes!

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Equipes remotas: dicas para uma gestão a distância de sucesso

Empresas com times distribuídos por diferentes partes do mundo (ou até na mesma cidade) já são uma realidade  para empresas sediadas em países como Estados Unidos, Japão, França e Suécia. Neste último, inclusive, o trabalho remoto faz parte do dia a dia de 51% dos negócios por meio da política do home office, segundo pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Aqui no Brasil, sabemos que essa tendência ainda está seguindo seus primeiros passos, mas, ainda assim, já temos empresas sendo criadas e remodeladas considerando equipes remotas, desde os pequenos negócios, que atuam com times de freelancers, até as grandes organizações, que oferecem mais flexibilidade para seus colaboradores.

Os benefícios em se apostar no trabalho remoto são vários: redução de custos em escritório e deslocamento, maior produtividade e qualidade de vida, entre muitos outros. Porém, todas essas vantagens vêm também com um importante desafio: como adaptar sua gestão e liderança para conduzir a performance dessas pessoas, que muitas vezes sequer conhece pessoalmente?

Dicas para facilitar sua gestão de equipes remotas

Neste artigo, reunimos algumas dicas principais para você liderar equipes remotas, conduzindo os membros do time à melhor performance e garantindo que os resultados sejam positivos. Confira abaixo!

Usar ferramentas de gestão de projetos e de comunicação

O primeiro segredo para gerenciar uma equipe à distância é escolher as ferramentas certas para dar suporte a você. Pense em todas as reuniões de alinhamento e briefings que faria pessoalmente, como eles poderiam ser transformados para auxiliar o teletrabalho?

Provavelmente você precise focar em dois tipos de ferramentas principais: gestão de projetos e comunicação. Para gerenciar demandas diversas sem lotar as caixas de e-mail ou precisar fazer ligações com frequência, plataformas como Trello, Pipedrive ou BrigthPod podem ajudar. Na hora de escolher, o fundamental é que você defina muito bem os diferentes processos da empresa e os faça refletir em uma dessas ferramentas, tornando as interações entre a equipe simples e rápidas.

Para comunicação, o Skype já é um velho conhecido, mas você também pode contar com o Appear.in para videochamadas e com o Slack para troca de mensagens instantâneas, que podem ser divididas em tópicos de discussão.

Manter recorrência no contato

Já que falamos em comunicação, por mais que não haja uma pauta específica, é importante manter recorrência na comunicação com seu time. Pense que equipes remotas não costumam ter a oportunidade de “troca de ideias de corredor”, como acontece nos escritórios.

Por isso, defina horários pré-fixados para reuniões de alinhamentos gerais e também para falar sobre os principais projetos. Não há problema em fazer reuniões curtas, de 15 ou 20 minutos, desde que todo o time possa estar na mesma página.

Além da vantagem operacional, esta interação ajuda na motivação para quem trabalha “sozinho”, seja seu colaborador, seja você como empreendedor.

Focar na produção, não nos horários

Uma grande lição para líderes de equipes remotas é aprender a focar primeiro na produtividade e não nos horários de início e fim de trabalho. Com o tempo, você percebe que muito mais importante do que estar na frente do computador é entregar todas as demandas no prazo desejado.

E por que isso é importante? Muitas vezes, os gestores de equipes remotas ficam preocupados em garantir que os funcionários estejam realmente trabalhando e acabam esquecendo que, mesmo para quem faz home office, existem pausas necessárias, como o intervalo do almoço ou do cafezinho para distrair a cabeça.

Uma dica para dar segurança a você como líder neste sentido, é estabelecer metas de produção de acordo com o tempo médio de execução para cada atividade.

Compartilhar resultados

Outra realidade comum para os times que trabalham à distância é que os resultados ficam concentrados em áreas específicas ou, até mesmo, no próprio líder. Para que a motivação em relação às metas se mantenha alta, é fundamental que você encontre soluções para compartilhar os pontos positivos do trabalho.

Pode ser um momento da reunião com todo o time, pode ser um dashboard compartilhado ou até mesmo uma simples newsletter interna.

Promover integração e team building

Por fim, vale lembrar que pessoas que se conhecem melhor (mesmo que virtualmente), conseguem trabalhar juntas com mais facilidade. Busque alternativas para que os membros do seu time compartilhem entre si opiniões, projetos, hobbies e interesses. Essa integração ajuda, inclusive, o surgimento de grupos interdisciplinares e de lideranças secundárias, fundamentais para o sucesso do negócio.

E você pode promover isso de maneira formal também: que tal organizar um encontro anual com todo o time? Ou promover um team building virtual a cada mês? Use a criatividade para conectar as pessoas da sua equipe!

O sucesso para equipes remotas está na conexão!

Com base nas dicas deste artigo, você deve ter percebido uma palavra presente em todas elas: conexão. Seja para alinhamento de projetos, comunicação ou celebração de resultados, o que vai garantir o sucesso de uma equipe sempre será a interação entre as pessoas.

E não precisa se preocupar, esta não é uma missão impossível. Assim como você se relaciona com amigos e família de forma muitas vezes virtual, com certeza é capaz de liderar uma equipe remota que se mantém coesa e produtiva!

Você gerencia uma equipe remota? Então saiba como ser um líder de excelência!

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Confira 4 dicas para lidar com a ansiedade ao empreender

Ansiedade. Essa é a palavra que define o sentimento de um empreendedor que está começando um novo negócio. Investimento inicial, capital de giro, custos, público-alvo, pagamento de fornecedores e colaboradores. Essas são apenas algumas das preocupações que surgem nesse estágio do negócio.

Segundo uma pesquisa realizada este ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem a maior taxa de transtorno de ansiedade do mundo. E aí entra o maior desafio de empreender: lidar com uma montanha russa de emoções e superações a todo momento. Pode ser muito difícil sair da “zona de conforto”, mas enfrentar esse momento pode ajudar a crescer e descobrir formas inovadoras para alcançar o sucesso.

Confira algumas dicas SMART para te ajudar a superar a ansiedade ao empreender:

1.Planejamento

O primeiro passo a ser trilhado antes de começar uma nova empresa é desenvolver um plano de negócios. A partir dele será traçado um panorama do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor. O plano irá orientá-lo na busca de informações detalhadas, englobando possíveis clientes, concorrentes e até pontos fortes e fracos do negócio. É a partir dele que nasce a identidade de uma empresa.

2.Capacitação

Conhecimento é a chave do sucesso. Quanto mais o empreendedor souber sobre o negócio que pretende iniciar, mais seguras serão suas decisões. Escolha uma área com a qual se identifique e busque aprender mais sobre ela: como está o mercado, como se comporta o público-alvo, etc. Nesse âmbito, diversas entidades, como o Sebrae, disponibilizam cursos presenciais ou online para a capacitações de empreendedores.

3.Network

É importante estar sempre conectado a outros empreendedores. Participar de palestras, workshops e espaços de co-working proporciona a oportunidade de conviver com outros empresários e compartilhar experiências. É importante dividir os anseios e dificuldades com pessoas que já passaram pelo mesmo. Nesse convívio o empreendedor que está começando pode receber apoio e dicas de como lidar com desafios como contratar pessoas, tratar com fornecedores, etc.

4.Descentralização

É muito comum no início de um novo negócio que o empreendedor queira centralizar todas as etapas em si. Esse sentimento é natural. Afinal, se alguém está colocando em prática sua própria ideia, porque ele mesmo não tomaria conta de tudo?

O problema é que no dia a dia lidar com todos os agentes e setores que podem envolver uma empresa podem sobrecarregar o empreendedor: pesquisar mercado, contratar pessoal, atender clientes, pagar contas, marcar reuniões… A lista de tarefas é enorme.

O ideal é saber delegar tarefas. Nessas horas, vale a pena procurar ajuda profissional. A SMART, por exemplo, oferece serviço de escritório virtual. Assim, o novo empresário não precisará se preocupar com correspondências, atender ligações e outras demandas corriqueiras. Ele poderá contar com uma equipe especializada que cuidará disso. Outras facilidades oferecidas incluem ainda endereço fiscal, aluguel de salas para reuniões, dentre outros. Assim, o empreendedor não terá mais que se ocupar com essas deliberações e terá mais tempo para cuidar do próprio negócio.

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9 livros sobre empreendedorismo para comemorar o Dia do livro!

Hoje, 29 de outubro, é Dia Nacional do Livro. Que tal aproveitar a data e iniciar uma leitura estimulante? A Smart separou as 9 dicas de livro da nossa página no Facebook. Confira:

1.       Um novo jeito de trabalhar

A Google integrou por sete anos a lista mundial da revista Fortune como uma das “melhores empresas para se trabalhar”. Com escritórios que são uma verdadeira área de lazer e horários flexíveis, a empresa tornou referência no mundo todo. Em seu livro “Um novo jeito de trabalhar”, Laszlo Bock – o vice-presidente de RH da Google – explora esse case de sucesso e revela como os líderes podem reter talentos, promover a criatividade, gerar satisfação e aumentar o desempenho dos seus colaboradores com ideias inovadoras.

2.       O poder de pensar fora da caixa

Quando pediram para Newton Ribeiro, presidente da Imaginarium, indicar um livro para empresários, ele não teve dúvidas e recomendou “O poder de pensar fora da caixa”, de William Thorndike Jr. A obra conta a história dos oito CEOs que mais criaram valor para os seus negócios e suas características comuns. Uma delas é dar autonomia para as equipes, o que pode ser difícil para o pequeno empresário, acostumado a controlar cada ação da empresa.

3.       1929

A presidente da Associação Brasileira de Franchising, Cristina Franco,  indica o “1929” para aqueles que desejam empreender. A obra de Ivan Sant’Anna descreve a quebra da Bolsa de Nova York e dá ao leitor um olhar mais abrangente sobre a crise brasileira. Ele mostra que o mercado dá sinais de que algo está errado e que aqueles que observam de maneira mais crítica a situação se salvam da quebra.

4.       Salto

O diretor da Endeavor, Juliano Seabra, indica o livro “Salto”, de Matthew Syed, para novos empreendedores. Na obra, o autor detalha a importância de estudar e se especializar para ser bem-sucedido. Argumenta ainda que o sucesso da empresa não depende de talento nato e, sim, de muita dedicação, esforço e treino. O quanto e como você treina é o que faz a diferença tanto para os negócios.

5.       Aventuras Empresariais

Essa indicação vem direto das prateleiras de Bill Gates. Para o empresário, o trabalho de Brooks em “Aventuras Empresariais” é um grande lembrete de que as regras para administrar um negócio forte e criar valor não mudaram. “Primeiro, há um fator humano essencial em cada empreendimento empresarial. Não importa se você tem um produto perfeito, um plano de produção ou um pitch de marketing; você ainda precisará das pessoas certas para liderar e implementar esses planos”, escreve Gates.

6.       Dilema da Inovação – Quando As Novas Tecnologias Levam Empresas Ao Fracasso

Certa vez, Jeff Bezos, líder da Amazon, pediu a seus gerentes seniores lerem “O Dilema da Inovação” para refletirem sobre a obra durante uma reunião da empresa. O livro mostra por que boas empresas perderam a liderança no mercado quando se confrontaram com mudanças tecnológicas de ruptura. Vale a pena a leitura.

7.       Um exemplo para chamar de seu

A obra é um e-book gratuito desenvolvido pela Endeavor, em parceria com o Sebrae. O título A reúne 50 histórias de empreendedores que, entre altos e baixos, construíram um sonho. O objetivo é servir de inspiração e estímulo aos novos empreendedores. Para baixar, acesse http://bit.ly/2uirbg5

8.       A Loja de Tudo

Pioneira no comércio de livros pela internet, a Amazon esteve à frente da primeira grande febre das pontocom. Mas Jeff Bezos, seu visionário criador, não se contentaria com uma livraria virtual descolada: ele queria que a Amazon disputasse de uma seleção ilimitada de produtos e preços radicalmente baixos – e se tornasse “a loja de tudo”. Para pôr em prática essa visão Bezos desenvolveu uma cultura corporativa de ambição implacável e de alto sigilo que poucos conheciam de verdade.

9.       Diferente – Quando a exceção dita a regra

O fundador e CEO da Reserva, Rony Meisler conta que “Diferente – Quando a exceção dita a regra” é um dos melhores livros que já leu. A obra lança um olhar único e preciso para entender como se destacar em um mercado cada vez mais padronizado.

O que achou das nossas indicações? Tem alguma para compartilhar com a gente? Deixe nos comentários!

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Mulheres empreendedoras

As brasileiras são 45% da força de trabalho no Brasil, entretanto, elas ocupam apenas 37% dos cargos de chefia nas empresas. No setor público, esse número cai ainda mais: 21,7%, de acordo com o IBGE. Mas esse quadro vem mudando e as mulheres têm ganhado espaço no mercado de trabalho, principalmente com empreendedorismo.

O Brasil possui 7,3 milhões de empreendedoras, de acordo com estudo realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Esse número corresponde a 31,1% do total de 23,5 milhões de empreendedores que empregam no país.

São elas as mais interessadas em começar um novo negócio. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016, realizada pela parceria entre Sebrae e IBQP, a taxa de empreendedorismo feminino entre os novos empreendedores é de 15,4%, já a masculina é de 12,6%.

A GEM também revela que quase metade das empreendedoras iniciais atua em quatro atividades principais: serviços domésticos, beleza, roupas e acessórios e gastronomia. São mulheres entre 30 e 40 anos, que precisam de uma renda extra para complementar o orçamento mensal. Entre as novas empresárias, 48% iniciam um novo negócio por necessidade, já entre os homens esse número cai para 37%.

Heloísa (Zica) Assis é um exemplo deste perfil. Depois de anos atuando como babá, empregada doméstica e faxineira, encontrou nos próprios cabelos uma ideia para empreender. Zica não estava satisfeita com a aparência de seus fios cacheados e nunca encontrava produtos que a agradassem no mercado. Disposta a encontrar uma solução, fez um curso de cabeleireira e começou a criar e testar fórmulas de produtos. Foi assim que encontrou a fórmula ideal para tratar seus fios e começou a chamar a atenção de amigas e conhecidas.

Percebendo a oportunidade de levar o produto a outras mulheres Zica e mais três sócios juntaram-se para abrir o primeiro salão.  Nascia aí o Instituto Beleza Natural, especializado em cabelos crespos e ondulados e com produtos próprios. Hoje, o Instituto conta com mais de 40 endereços em todo o Brasil e Zica passou a integrar a lista das dez empresárias mais poderosas do Brasil, segundo a revista Forbes.

Outro destaque no mercado é Lênia Luz. Fonoaudióloga por formação, encontrou-se quando mudou de área e decidiu empreender. Participou em 2011 do projeto 10.000 Mulheres – programa global do banco de investimentos Goldman Sachs e da Goldman Sachs Foundation, que proporciona educação em administração e gestão de negócios a mulheres empreendedoras, a fim de ajudar a melhorar a qualidade da educação empresarial nos países em desenvolvimento.

A experiência e a convivência com outras empreendedoras inspiraram a criação de um blog para compartilhar conhecimentos profissionais. Em 2012 o “Empreendedorismo Rosa” foi ao ar pela primeira vez. Com conteúdo direcionado e pensado especialmente para mulheres que empreendem, Lênia busca fazer a diferença na trajetória de outras mulheres. CEO e diretora executiva da “Aurelio Luz Varejo & Franchising”, empresa de consultoria que fundou junto com seu marido e sócio, Márcio Aurelio, ela se tornou referência e fonte de inspiração para muita gente.

As mudanças culturais e econômicas no Brasil vêm provocando uma transformação no perfil do empreendedorismo. As mulheres vêm ocupando um número cada vez maior à frente de empresas. Seguindo esse caminho, diversas iniciativas têm nascido da necessidade de estimular cada vez mais a presença feminina em cargos de liderança. Uma novidade que promete agitar este mercado é o XFactor Ventures, fundo de investimento voltado para startups que tenham pelo menos uma mulher entre seus fundadores.

A iniciativa conta com uma verba de US$ 3 milhões (R$ 9,6 milhões). O dinheiro será usado em startups que estejam em estágios iniciais de desenvolvimento e ofereçam soluções disruptivas – inovação tecnológica (produto ou serviço) capaz de derrubar uma tecnologia já preestabelecida no mercado.

Essas iniciativas destacam o quanto tem crescido a presença feminina no mercado empreendedor. E, com tantas oportunidades de negócio e alto índice de engajamento, esse número só tende a aumentar.

 

*Com informações de O Globo, Exame, Época Negócios e Dicas de Mulher.

 

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Cinco dicas de como manter a produtividade em home office

Tendência que tem crescido cada vez mais nos últimos anos, o home office parece que veio mesmo para ficar. Trabalhar em casa possui vários pontos positivos: mais conforto, tranquilidade, menos estresse diário com trânsito e menos gasto com alimentação. Mas é preciso ter cuidado para não esbarrar na procrastinação. Para te ajudar nessa caminhada, a Smart preparou algumas dicas para não deixar a produtividade cair. Confira:

Autoavaliação

Antes de optar pelo home office, é preciso fazer uma autoavaliação sincera para descobrir se você tem o perfil para esta modalidade. Existem algumas perguntas que podem te ajudar a decidir: sou disciplinado e organizado? Consigo gerenciar minhas tarefas? Sei lidar com ferramentas tecnológicas? Consigo produzir sozinho ou preciso de companhia de outras pessoas?

Trabalhar em casa exige muita responsabilidade de quem se compromete a isso. Requer disciplina dobrada porque não há a vigilância de chefe ou a possibilidade de repassar tarefas para colegas. Se enxergou nesse perfil? Então você já tem quase tudo necessário para começar a produzir in home.

Montando o escritório

É fundamental separar um espaço dedicado ao trabalho, longe das distrações caseiras. Crie um ambiente confortável, onde você possa se sentir à vontade. Uma dica valiosa é manter-se perto da janela. Além de fazer bem, o sol pode te ajudar a se manter focado. Além disso, a vista exterior ajuda a descansar a mente durante as pausas. Fique atento: trabalhar por muito tempo sem uma parada é prejudicial à saúde e à própria produtividade.

Na hora de escolher os móveis, opte pelos que são mais práticos e que forem do seu gosto, mas fuja dos gastos desnecessários com peças que parecem saídas de uma revista de design. Lembre-se: você está começando agora e esse dinheiro a mais pode fazer diferença no seu orçamento.

Evite deixar tudo espalhado. Divida seu material em poucos compartimentos, pastas ou caixas. Deixe tudo que vai precisar à mão: papeis, canetas, celular, clips, grampeador. Com tudo ao seu alcance, o trabalho flui mais naturalmente, já que você não vai gastar tempo procurando as coisas.

Hora de trabalhar

Sua casa pode proporcionar diversas distrações: TV, companheiro(a), filhos, animais de estimação. Por isso, é preciso aprender a separar o home office da sua vida pessoal. Avise a família quando for trabalhar que não deve ser interrompido a todo o momento. A internet também pode ser uma vilã quando o assunto é procrastinar: redes sociais podem ser grandes inimigas da produtividade. Mantenha o foco e deixe para dar aquela olhadinha no Facebook na hora das pausas.

Muitas pessoas têm dificuldade de manter uma rotina fixa, mas é importante ressaltar que trabalhar com horários regulares aumenta a produtividade. Mas essa é uma escolha sua: nos primeiros dias, teste períodos diferentes de trabalho para descobrir quando se sente mais produtivo. Muita gente está no ápice da energia pela manhã, outros preferem trabalhar à tarde e há até os que optam pela madrugada. Só você pode definir o que é melhor. E essa é uma das maiores vantagens dessa modalidade de trabalho.

Tecnologia a seu favor

Smartphones, tablets, notebooks. A tecnologia é, sem dúvidas, a maior aliada do home office. Da escolha do nome da empresa até a gestão financeira, existem hoje centenas de ferramentas e aplicativos, pagos ou gratuitos, disponíveis para ajudar o empreendedor. Mas para saber qual é o melhor para você, é preciso pesquisar, ver a opinião de outros usuários e, claro, testar.

Agendamento de reuniões, conversas com clientes, gerenciamento de e-mails, orçamento e planejamento. Tudo está ao alcance de um clique. Não se limite às ferramentas convencionais: procure o que tem aparecido de novo e moderno no mercado. Com certeza você encontrará tudo o que precisa para gerenciar a sua empresa do seu jeito.

Escritórios virtuais

Outra grande vantagem do home office é a possibilidade de começar uma atividade empresarial com baixo investimento, já que os gatos iniciais e de capital de giro caem consideravelmente em uma empresa home based. Entretanto, em muitos casos a atividade exige eventualmente um espaço para reuniões com clientes. E é aí que entram os serviços de escritório virtual.

A Smart*, por exemplo, oferece espaços mobiliados para reuniões e escritórios com locação por hora, dia, semana ou mês. Recepção e serviços de secretariado com suporte administrativo, endereço fiscal para registro da sua empresa, internet, gestão de agenda e network são alguns dos serviços personalizados que estão disponíveis para você.

É importante lembrar que cada pessoa funciona de forma diferente. Seja de pijamas e de madrugada ou com roupas formais durante o dia, o home office é seu aliado em crescimento profissional e qualidade de vida. Extraia o máximo dessa experiência e dê uma guinada na sua carreira.

*Para mais informações sobre os serviços Smart, acesse Planos e Serviços

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Empreendedorismo em tempos de crise

Enquanto muita gente está preocupada com a crise, há quem enxergue o momento econômico atual como uma grande oportunidade para empreender. De acordo com pesquisa do grupo Estado, 70% dos brasileiros começou um novo negócio nos últimos anos por oportunidade. Os Microempreendedores Individuais (MEI) constituem grande parte deste número: só no primeiro semestre de 2015 surgiram 748.371 novos empresários que trabalham por conta própria e faturam até R$ 60 mil por ano. A estimativa é de que oito em cada dez novos negócios estão enquadrados nessa modalidade.

Mas montar um negócio nesse período de incertezas pode não ser tão simples assim. É preciso um estudo mais aprofundado para identificar os pontos fracos e fortes do momento e ter em mente que as oportunidades e dificuldades que aparecem agora não são as mesmas de um cenário econômico estável. Agora é um bom período para o empreendedor nacional: com o dólar mais alto, a importação se torna uma opção mais cara e a busca por produtos e serviços nacionais tende a crescer. Outro ponto importante a ser observado é que os clientes estão controlando mais os gastos, o que significa que, mais do que nunca, quem apresentar o melhor produto ou serviço por um preço mais justo terá mais chances de sucesso. Não é fácil, mas a crise pode e deve servir como um motivador.

Uma pesquisa da Plano CDE – consultoria especializada em pesquisas sobre a baixa renda – em parceria com a Netquest – empresa que faz levantamentos na internet – aponta que 56,6% dos novos empresários são mulheres. Deste total, 21,5% (o maior porcentual) trabalha nas áreas de higiene e beleza, vendendo produtos porta a porta ou prestando serviços de manicure, por exemplo. O setor de beleza sempre esteve em alta no Brasil e, mesmo na crise, continua crescendo. Atualmente, o país é o quarto maior mercado de cosméticos no mundo. Segundo a Fecomercio, os gastos anuais com cabeleireiros, manicure e pedicure são 18% maior do que o dispendido com educação.

Outro setor que continua faturando independente da crise é o da alimentação. E nessa fatia de mercado, ganha quem alinha inovação com bons produtos e preços acessíveis. Essa combinação explica o boom de food trucks  dos últimos anos. É um negócio que facilita a vida do cliente além de ser financeiramente mais viável do que um restaurante, por exemplo. E para que a tendência não vire fracasso, a dica é fugir do óbvio apostando numa gastronomia que não se vê com frequência pelas ruas, como sucos e saladas fitness ao invés de guloseimas gordurosas.

O QuinTAO Café seguiu essa linha. Localizado no Rio de janeiro, o negócio das irmãs Luciana Provenzano e Paola Souza serve comidas naturais, como hambúrgueres vegetarianos, brownie sem glúten e sem lactose, cafés orgânicos e mate caseiro. Com preço máximo de 15 reais, o faturamento médio mensal fica entre 100 e 150 mil reais.

Outro caso de sucesso é o Quitinete na Rua. A hamburgueria de Duda Ferreira, Luiz Morillo e Renato Consollaro, serve batatas rústicas, maionese de bacon e ketchup de cogumelo. O preço médio dos pratos é de 20 reais. O negócio abriu em fevereiro de 2016 com um investimento inicial de 350 mil e hoje e fatura em média 60 mil reais mensais.

Empresas que estão há mais tempo no mercado também estão encontrando espaço em meio à instabilidade econômica. A Ciao Mao, por exemplo, nasceu em 2007, quando a empresária Priscila Callegari deixou a carreira de designer arquitetônica para se dedicar a sua paixão: sapatos. Ela desenvolveu um conceito de modelos customizados, valorizando os detalhes das peças. Com apenas três anos, o empreendimento se estabeleceu no mercado. Atualmente a marca dribla a crise apostando no e-commerce (vendas on line). Além disso, possui três lojas físicas – avaliadas em um milhão de reais cada – e está em expansão para as demais regiões do Brasil.

Os momentos de dificuldades econômicas tem sido o berço de ótimas oportunidades. Além dos setores básicos, como roupas, saúde e alimentação, outros produtos e serviços têm se mostrado fortes no mercado. Com o orçamento apertado, muita gente opta pelo reparo ao invés de comprar um item novo e é aí que está a oportunidade de negócio. O segredo do sucesso, tanto para quem está começando quanto para quem quer se consolidar nesse momento, é oferecer serviços indispensáveis ao dia a dia com qualidade e preço acessível.

*Com informações do Estado de S. Paulo, Exame e Novo Negócio.

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Como o marketing digital pode ajudar a sua empresa

 

A internet mudou completamente a maneira como as pessoas se relacionam. Com uma quantidade massiva de informações por dia, muita gente mudou a forma de descobrir, avaliar e recomendar produtos e serviços.

O estabelecimento deste comportamento trouxe aos empreendedores novas oportunidades para promover negócios de todos os tipos. Mas para isso é preciso aprender a utilizar de forma estratégica o Marketing Digital (ações online que atraem seu consumidor e o leva à compra).

Um dos principais benefícios do Marketing Digital é que ele não exige alto investimento. Por isso é indicado para todos os tipos de empresas – incluindo as de médio e pequeno porte. As ações digitais permitem que você, além de fazer propaganda do produto ou serviço, ensine também ao público sobre aquilo que oferece, sanando possíveis dúvidas que possam existir. Lembre-se: Marketing Digital é conhecimento. É necessário conhecer bem o mercado e, sobretudo, saber como disseminar as informações com estratégia na internet. Na maioria dos casos, é recomendável a contratação de uma equipe especializada em comunicação digital.

Confira três casos de sucesso de empresas que trabalharam o Marketing Digital:

1.     Project Builder

A Project Builder oferece soluções para gestão de projetos. Ela buscava uma maneira de deixar seus possíveis clientes mais esclarecidos sobre os serviços oferecidos, além de se tornar um ponto de referência sobre o tema. Para alcançar essas metas, a empresa começou a investir na educação do mercado, em especial na de seus potenciais consumidores.

A empresa trabalhou com Inbound Marketing – um conjunto de estratégias que tem como objetivo atrair voluntariamente os possíveis compradores para o site da empresa. Para isso, foram produzidos diversos materiais educativos disponibilizados para download. Dessa forma era possível educar e ainda adquirir informações sobre esses potenciais clientes.

Outra ação eficaz foi a produção de uma newsletter semanal para manter o relacionamento e ajudar os consumidores em atividades do dia a dia. Após adotar essas estratégias, o tráfego no siteaumentou consideravelmente, passando a ser encontrado com mais facilidade em grandes ferramentas de buscadores, como o Google. Isso atraiu a atenção de empresas de grande porte, como Carrefour e Porto Seguro, que hoje são atendidos pela Project Builder.

2.     QuantoSobra

A QuantoSobra funciona como uma SaaS (software as a service – um programa que não é instalado em nenhum computador e é usado como um serviço pela internet: desde ouvir música até gerenciar o faturamento de um empreendimento). Ela fornece um software de gestão 100% na nuvem para micro e pequenas empresas, além de atender emissores de notas fiscais NFSe e NFe.

Até 2014 a QuantoSobra realizava apenas vendas presencialmente. O investimento era todo voltado para marketing offline, que não trazia bons resultados. Um anúncio em jornal, por exemplo, teve o custo de mil Reais e  não atraiu nenhum novo cliente.

Foi a partir daí que a empresa optou por investir em Inbound. A QuantoSobra mudou sua forma de realizar vendas tornando-se Inside Sales (uma modalidade de venda remota, onde os representantes não necessitam se deslocar até o cliente).

Em 2015, o empreendimento aumentou em 400% o número de clientes. Em outubro do mesmo ano, conseguiu o primeiro mês com 100% Inbound. Hoje, o site apresenta um crescimento de até 35% ao mês em seu número de visitantes únicos, apenas de forma orgânica (sem mídia paga).

Em um comparativo feito pela empresa, um vendedor externo retornava R$ 7 por hora trabalhada, enquanto um vendedor interno rendia um lucro de R$ 21 no mesmo período. Além de trazer três vezes mais retorno por hora trabalhada, a modalidade Inbound reduziu o ciclo para fechar um novo negócio para 3,5 horas. Esse valor representa 1/4 do que era gasto anteriormente com vendedores locais, que despendiam até 12,5 horas para fazer uma venda.

Ou seja, com ações digitais, a empresa passou a gastar menos e a ganhar mais retorno financeiro e visibilidade junto ao público.

3.     Magazine Luiza

O Magazine Luiza é o quinto maior grupo varejista do Brasil, pioneiro na criação de lojas virtuais e um dos 10 maiores e-commerces do país (modalidade de comércio que realiza suas transações financeiras por meio de dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores e celulares).

Em 2011, a companhia revolucionou o varejo com o lançamento de venda direta pelas redes sociais. A campanha “Magazine Você” disponibilizou um novo canal de vendas em que qualquer pessoa poderia criar sua vitrine no Facebook e no Orkut com produtos da loja virtual da rede e vender a seus amigos. Os divulgadores recebiam entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto.

Hoje, a empresa conquista cada vez mais clientes por meio de novos canais e aplicativos para celular. A mais nova empreitada do Magazine é oferecer um misto de experiência virtual e física: o consumidor poderá comprar pela internet e retirar o produto em uma loja física mais próxima.

A marca criou ainda uma personagem para interagir com o público: a Lú. Por meio de vídeos interativos, ela explica mais detalhes da mercadoria, dá dicas, conversa com o cliente e ainda tira dúvidas. Mais de 15 mil vídeos com a mascote já foram publicados.

Com todas estas ferramentas, a empresa consegue se antecipar às necessidades dos consumidores, oferecendo produtos relacionados aos seus hábitos de compra. Somente em 2016, o faturamento bruto do grupo cresceu 8,3%, atingindo R$ 11,4 bilhões. Os canais digitais representaram 24% das vendas totais e o e-commerce cresceu 32,2%.

Com uma presença digital incrível, o Magazine Luiza agora pretende dominar uma parte ainda maior do comércio da internet e se colocar à frente de seus concorrentes até 2020.

 

Estes casos de sucesso mostram como o marketing digital tem sido cada vez mais utilizado pelas empresas por seu baixo custo de investimento e alto índice de retorno. E a tendência é que mais empreendimentos optem por esse tipo de atendimento ao cliente. Seja para vendas, suporte ou divulgação, uma coisa é certa: o futuro é online.